Classe média volta a crescer com o governo Lula

Por Simão Zygband

Dados recentes do Banco Mundial trazem um dado simbólico e alentador.

Pela primeira vez em quase uma década, a maioria da população brasileira voltou a integrar a classe média.

Essa retomada não é obra do acaso, mas sim fruto direto da responsabilidade política das gestões do presidente Lula.
Segundo os levantamentos, as classes A, B e C já representam cerca de 78% da população brasileira.

A classe C, a nossa histórica classe média batalhadora, abarca hoje 60% dos brasileiros.

O recuo das classes D e E para o seu menor patamar histórico (21,8%) é a prova material de que o projeto de país que prioriza o “pobre no orçamento” voltou a funcionar.
Trata-se da digital do governo Lula na economia real, trabalhada com qualidade pelo então ministro Fernando Haddad.

Haddad, que é pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, conseguiu se projetar como ministro da Educação,  volta agora a se sobressair na condução da política econômica.

Será certamente um candidato que dará bastante trabalho na reeleição do bolsonarista Tarcísio de Freitas.

O que assistimos agora no terceiro governo Lula é a reativação de um motor que havia sido desligado na gestão anterior por Jair Bolsonaro e seu ministro Paulo Guedes.

A marca das gestões Lula está presente na valorização real do salário mínimo e no fortalecimento do mercado de trabalho — que derrubou o desemprego para a casa dos 6,4%.

É a massa salarial crescendo que faz a roda da economia girar, no comércio do bairro e na vida de quem vive do trabalho.

Em 2024, o Brasil não apenas voltou a crescer acima da média da América Latina como registrou a menor distância entre a renda dos mais ricos e dos mais pobres desde 2012. Contudo, como nos alerta o Banco Mundial, a classe média na América Latina ainda é vulnerável.

No Brasil, o crescimento projetado em torno de 2,3% para 2026 é sólido, mas exige vigilância.

A responsabilidade do governo Lula tem sido equilibrar o rigor fiscal com a necessária justiça social, mas é peeciso ir além.
O momento é de reconhecer que 17 milhões de brasileiros mudaram de patamar nos últimos dois anos graças a um projeto de governo popular.

A nossa luta agora é garantir que esse avanço seja um caminho sem volta, transformando o crescimento econômico em dignidade para o povo brasileiro.

E tudo isso passa pela reeleição do presidente Lula e na escolha de deputados e senadores comprometidos com o projeto de distribuição de renda.

Simão Zygband é jornalista e editor do site Construir Resistência

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