Construir Resistência
Homenagem à Mercedes Sosa no Museu Ema Klabin
Por Luiz Orsolon - Portal Radar A Casa Museu Ema...
Vai sem ir, Skowa!
Por Simão Zygband    Não é por que se foi....
Raí vai conduzir a tocha olímpica nos jogos da França
Da Redação  Raí, ex-jogador e ídolo do São Paulo, terá...
PL dos Estupradores: Mais um asco parido pela direita extremista
DA REDAÇÃO   Construir Resistência dá um giro para ver...

Além dos Muros

Mercedes Sosa

Homenagem à Mercedes Sosa no Museu Ema Klabin

Por Luiz Orsolon – Portal Radar A Casa Museu Ema Klabin, em parceria com o Instituto da Música Judaica -IMJ Brasil, recebe no dia 16 de junho (domingo), às 11h, o espetáculo La Negra em homenagem a uma das principais vozes da América Latina, Mercedes Sosa. Mercedes Sosa (9/07/1935– 4/09/2009) popularizou ritmos latinos e foi considerada a maior intérprete do folclore argentino. Apelidada de La Negra devido à sua ascendência ameríndia, a cantora foi uma das expoentes da Nueva Canción Latinoamericana, um movimento que pretendia divulgar as raízes da música folclórica e denunciar a desigualdade social da América Latina. A cantora lançou mais de 30 discos, recebeu diversas premiações e interpretou canções de nomes como Violeta Parra, Charly Garcia, Milton Nascimento, entre outros. Anúncio Com uma carreira que uniu música e ativismo político, Mercedes Sosa também ficou conhecida como a “voz dos sem voz”. Em um trabalho intimista, a cantora e compositora Nicole Borger dará voz às principais canções interpretadas por Mercedes Sosa. Ela será acompanhada pelo violonista Alê Cueva, que atua em diversos grupos musicais e com grandes nomes da música, como João Gilberto (Festival Brazil-Brasil/Londres em 2020). Repertório ● Cantor de ofício, Dante Ramon Ledesma ● El cantar tiene sentido, Isabel Parra ● Canción con todos, César Isella e Armando Tejada Gómez ● Juana Azurduy, Ariel Ramírez e Félix Luna ● Antiguo dueño de las flechas, Ariel Ramírez e Félix Luna ● Como pájaros en el aire, Peteco Carabajal ● Alfonsina y el mar, Ariel Ramirez e Félix Luna ● Te recuerdo Amanda, Victor Jara ● Como la cigarra, María Elena Walsh ● Sólo le pido a Dios, León Gieco ● Todo Cambia, Julio Numhauser ● Volver a los 17, Violeta Parra ● Gracias a la vida, Violeta Parra   Serviço Data: domingo, 16 junho de 2024 Horário: 11h Entrada: Gratuita – 100 vagas por ordem de chegada Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo    

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Raí vai conduzir a tocha olímpica nos jogos da França

Da Redação  Raí, ex-jogador e ídolo do São Paulo, terá a honra de conduzir a tocha olímpica dos Jogos de Paris no dia 23 de julho, em Versalhes, apenas três dias antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. O anúncio foi feito por ele nesta quarta-feira, 12, em suas redes sociais, onde compartilhou sua conexão especial com a França e a cidade anfitriã do evento. “Vou carregar a tocha olímpica PARIS24! Minha caminhada na França já é longa, mas está prestes a ganhar outros 200 metros pra lá de especiais. Recebo este convite para carregar a tocha como um reconhecimento desta linda história de amor, aprendizados, conquistas e realizações, ainda longe de acabar”, anunciou Raí. Campeão do mundo pelo time paulista em 1992 e com a Seleção Brasileira em 1994, Raí estabeleceu laços profundos com o povo parisiense durante suas cinco temporadas atuando pelo Paris Saint-Germain. Durante sua passagem pelo clube francês, disputou 215 jogos e marcou 72 gols. Em 2020, em uma votação oficial do PSG, foi eleito o maior jogador da história da equipe.  

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Ainda sobre o filme “Crônicas do Irã”

Por Hermógenes Saviane Filho O filme iraniano “Crônicas do Irã”, de 2023, é um misto de Kafka e Camus. Ao longo de seus 77 minutos, vamos assistindo situações que ocorrem em todos os lugares do mundo e, com certeza, eu, você, nós já passamos por, pelo menos, uma. Os diretores Ali Asgari e Alirza Khatami nos apresentam esquetes em que as experiências são tão desnecessariamente complicadas e frustrantes, como no mundo kafkiano, quanto a revolta camusiana pelo absurdo a que cada cena nos apresenta. E não são apenas os burocratas do serviço público, como Kafka escrevia em sua obra, que se arvora no direito de determinar que o nome do filho de alguém não pode ser o que os pais desejam ou da mulher que não pode ficar com o rosto descoberto em seu carro; mas, também, na esfera privada em que a moça é assediada na entrevista ou a de um senhor que é humilhado noutra. E não tomem como se aquilo fosse algo de um lugar em que não há liberdade, que há um sectarismo religioso…e que no Ocidente é diferente. Não, isto ocorre em todo o tempo e lugar. Não a toa, a cena final é simbólica visual e sonora. Um filme imprescindível para refletir o mundo que criamos a não ser que se deseje continuar vivendo em Nárnia.   Hermógenes Saviane Filho é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul  

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Ciência no Front

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NASA alerta que cidades brasileiras serão engolidas pelo mar

Por Eugênio Cunha- Saiba Mais Um novo estudo divulgado pela NASA acendeu um sinal de alerta para diversas cidades brasileiras. A análise aponta que o aumento do nível do mar nas últimas décadas, impulsionado pelas mudanças climáticas, está ocorrendo em um ritmo acelerado e ameaça submergir áreas costeiras em todas as regiões do país e do mundo. Segundo os dados, houve um aumento de 9,4 cm no nível dos oceanos entre 1993 e 2023, com uma média anual de 0,3 cm. Notavelmente, na última década, essa média subiu para 0,42 cm por ano. Nesse estudo conduzido pelo Climate Central, uma organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos, baseado em dados fornecidos pela NASA e outras pesquisas climáticas, revelou que se as emissões de gases de efeito estufa continuarem no ritmo atual, levando a um aquecimento global de 3°C, aproximadamente 50 grandes cidades ao redor do mundo terão suas áreas inundadas devido ao aumento do nível do mar. Dados Alarmantes Os cientistas utilizaram satélites e modelos climáticos avançados para monitorar o aumento do nível do mar e prever suas consequências. Os dados revelam que, se as tendências atuais de emissão de gases de efeito estufa continuarem, o nível do mar pode subir até um metro até o final do século. Esse aumento seria suficiente para transformar áreas atualmente habitadas em zonas inabitáveis. Consequências do aumento do nível do mar, segundo o relatório Os pesquisadores da Climate Central analisaram onde as populações estarão mais vulneráveis nos próximos anos e sob diferentes cenários de aquecimento, e os resultados foram alarmantes. A poluição atmosférica e o derretimento das geleiras da Groenlândia e da Antártica foram apontados como os principais fatores que contribuem para a elevação do nível dos oceanos. A linha da maré alta poderá ultrapassar as terras ocupadas por cerca de 10% da população global atual, ou seja, mais de 800 milhões de pessoas no mundo, após um aquecimento de 3°C. E nesse cenário, muitas nações insulares pequenas estão ameaçadas de perda quase total de território. “As atuais taxas de aceleração significam que estamos no caminho para adicionar mais 20 centímetros ao nível médio global do mar até 2050, (…) aumentando a frequência e os impactos das inundações em todo o mundo”, de acordo com Nadya Vinogradova Shiffer, diretora de pesquisas da NASA. Sob o cenário de aquecimento de 3°C, a China, a Índia, o Vietnã e a Indonésia são os quatro principais países que correm maior risco de sofrer com o aumento do nível do mar em longo prazo. E também várias ilhas, como as Ilhas Cocos, as Maldivas, Ilhas Cayman e Bahamas, terão mais de 90% das suas populações embaixo d’água. E mesmo que, hoje, as emissões de carbono fossem reduzidas até ao limite proposto pelo Acordo Climático de Paris, e o aquecimento fosse mantido a 1,5°C, ainda assim haveria um aumento médio global no nível do mar de 2,9 metros ao longo do século. O Brasil está entre os países que serão impactados. O estudo indica que algumas áreas costeiras das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste do país estão sob maior risco e emitiram um alerta. Os pesquisadores do Climate Central avaliaram quais populações estarão mais vulneráveis nos próximos anos em diferentes cenários de aquecimento global, e os resultados são alarmantes. Impacto Devastador nas Cidades Costeiras A pesquisa detalha que cidades icônicas como Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Florianópolis estão entre as mais vulneráveis. Essas áreas, que abrigam milhões de pessoas e são centros econômicos e turísticos vitais, podem enfrentar inundações severas e frequentes nas próximas décadas. A combinação de elevação do nível do mar, erosão costeira e eventos climáticos extremos representa uma ameaça significativa para a infraestrutura, a economia e a vida cotidiana nessas localidades. Várias cidades da costa brasileira podem ficar parcialmente submersas até 2100, segundo a pesquisa. Elas fazem parte de seis estados, sendo: Rio de Janeiro: várias cidades costeiras do estado poderão ser afetadas. Regiões como a Ilha do Governador, Duque de Caxias e Campos Elísios correm riscos de ficarem submersas. E além da capital, outras cidades também serão atingidas, como Campos dos Goytacazes e Cabo Frio. Pernambuco: Recife, uma das cidades mais baixas do país, pode enfrentar desafios enormes com a elevação do mar, afetando bairros inteiros e áreas turísticas. Pará: estado da Região Norte do país, é um dos locais que será mais afetado pelo avanço do mar, segundo a pesquisa. A maior parte da extensão da ilha de Marajó deverá ficar submersa, além de partes das cidades de Belém e Bragança. Amapá: a água do mar deve encobrir, até o final deste século, a Reserva Biológica do Lago Piratuba e a Ilha de Maracá, além da cidade de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, e algumas partes da capital Macapá (que são banhadas pelo Rio Amazonas). Maranhão: parte da costa de São Luís e as ilhas de Santana e Carrapatal devem ficar completamente submersas em 2100. O famoso Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses deverá ficar parcialmente encoberto pelas águas. Rio Grande do Sul: No Sul do país, cidades importantes como a capital Porto Alegre, Rio Grande, Pelotas e Canoas poderão ficar submersas nas próximas décadas, assim como as ilhas de Torotama e Machadinho. Santa Catarina: Florianópolis e Camboriú, entre outras, conhecida por suas belas praias, pode ver partes significativas de sua costa submersas. Consequências Socioeconômicas As implicações desse cenário são vastas. Além do impacto direto nas residências e na infraestrutura, há preocupações sobre a economia local. Setores como turismo, pesca e agricultura podem ser severamente afetados, levando a perdas de empregos e migrações forçadas. A saúde pública também está em risco, com o aumento da incidência de doenças transmitidas pela água e o estresse psicológico associado aos desastres naturais. Medidas Urgentes Diante dessa ameaça iminente, a NASA e outros especialistas enfatizam a necessidade de ações imediatas. Governos locais e federais precisam investir em infraestruturas resilientes, políticas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, e em programas de educação para preparar a população para os desafios futuros. Medidas como a construção de barreiras contra inundações, a

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Dos 20 deputados do GT das redes, 14 são contra criminalizar fake news

Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil  Grupo foi criado na quarta pelo presidente da Câmara, Arthur Lira   Dos 20 deputados federais que compõem o grupo de trabalho (GT) criado para definir regras para as redes sociais no Brasil, 14 votaram contra a criminalização das notícias falsas. Eles mantiveram, no último dia 28 de maio, o veto do ex-presidente Jair Bolsonaro ao texto que punia, com até cinco anos de prisão, quem promovesse ou financiasse “campanha ou iniciativa para disseminar fatos que sabe inverídicos, e que sejam capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral”. Dos parlamentares do GT, apenas quatro votaram para derrubar o veto e dois não votaram na sessão. O grupo foi criado na quarta-feira (5) e terá 90 dias, prorrogáveis por mais 90, para apresentar um projeto que defina regras para atuação das plataformas digitais no Brasil. O cientista político da Universidade de Brasília (UnB) Luis Felipe Miguel avaliou que a composição ficou desfavorável àqueles que defendem regras mais firmes contra a desinformação e que pedem maior responsabilização das gigantes da tecnologia. “É uma comissão completamente enviesada, a gente vê, simplesmente olhando para os nomes, que existe uma bancada das fake news fortemente representada. São parlamentares cuja carreira está extremamente vinculada a essa disseminação deliberada de inverdades”, disse. Para o especialista, uma grande parte da elite parlamentar brasileira depende “massivamente da possibilidade de contar mentiras em público impunemente”. De acordo com a assessoria da Presidência da Câmara, a composição desses grupos de trabalho sempre é resultado de entendimentos entre os líderes partidários. O GT criado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), substituiu a tramitação do PL 2.630/2020, conhecido como PL das Fake News, então sob a relatoria do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). Segundo Lira, esse PL estava “contaminado” pela discussão ideológica e seria preciso começar o debate do zero.   Em 2023, a Câmara tentou votar o PL 2.630, mas Lira preferiu retirar o projeto da pauta devido à falta de acordo entre os parlamentares. Na época, o presidente da Câmara atribuiu a falta de acordo à ação das big techs, que são as multinacionais que controlam as redes sociais.   Para o cientista político Luis Felipe Miguel, a suspensão da tramitação do projeto foi um retrocesso. “Com a tentativa de golpe contra o presidente Lula [em 8 de janeiro de 2023], o Arthur Lira estava fazendo uma encenação de que pretendia encaminhar alguma coisa para tentar transformar o debate virtual no Brasil em algo menos parecido com um espaço regido pela lei da selva”, disse. Porém, segundo o cientista, o debate foi “atropelado por uma campanha de desinformação orquestrada pelas grandes empresas das plataformas sociodigitais, as big techs, junto com a extrema direita”. “E acabou que o PL foi arquivado”, completou. Os parlamentares contrários à criação de regras e responsabilização das redes sociais no Brasil argumentam que a medida representaria um risco à liberdade de expressão e poderia gerar uma perseguição na internet. Quem defende regra para as redes sociais afirma que elas são necessárias para inibir os crimes cometidos on-line. Proporcionalidade A distribuição das comissões permanentes da casa e a composição dos GTs tendem a respeitar a proporcionalidade entre o tamanho de cada bancada, ou bloco partidário, e o número de integrantes que eles têm em cada comissão ou grupo. No caso do GT das redes sociais, a proporcionalidade ficou semelhante, na maioria dos casos, variando um pouco a depender do bloco ou partido. O bloco formado pelo União Brasil/PP/PSDB/Cidadania/Solidariedade/PDT/Avante/PRD tem 31% das cadeiras da Casa, e ficou com 35% dos assentos no GT das redes, com sete parlamentares. O bloco MDB/PSD/Republicanos/Podemos, que tem 28% das cadeiras da Câmara, ficou com 25% das vagas no GT, com cinco deputados. O PL tem 18% das cadeiras e ficou com 15% das vagas do GT. O partido Novo, com apenas 0,5% das cadeiras da Casa, teve uma vaga no GT, o que representa 5% do total. Já o bloco PT/PCdoB/PV, que tem 15% das cadeiras da Câmara, ficou com 10% das vagas. O PSOL/Rede, que tem 2,7% das cadeiras, ficou com uma vaga no GT, o que representa 5% do total do grupo de trabalho. O PSB, que também só conta com 2,7% das cadeiras, ficou com uma vaga no GT.   Confira a lista dos deputados que compõem o colegiado:   ■ Ana Paula Leão (PP-MG) ■ Fausto Pinato (PP-SP) ■ Júlio Lopes (PP-RJ) ■ Eli Borges (PL-TO) ■ Gustavo Gayer (PL-GO) ■ Filipe Barros (PL-PR) ■ Glaustin da Fokus (Podemos-GO) ■ Maurício Marcon (Podemos-RS) ■ Jilmar Tatto (PT-SP) ■ Orlando Silva (PCdoB-SP) ■ Simone Marquetto (MDB-SP) ■ Márcio Marinho (Republicanos-BA) ■ Afonso Motta (PDT-RS) ■ Delegada Katarina (PSD-SE) ■ Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) ■ Lídice da Mata (PSB-BA) ■ Rodrigo Valadares (UNIÃO-SE) ■ Marcel Van Hattem (NOVO-RS) ■ Pedro Aihara (PRD-MG) ■ Erika Hilton (PSOL-SP)

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Marqueteiro de Trump e Bolsonaro vai para a cadeia

Da Redação Brasil de Fato Aliado de Trump e da família Bolsonaro, Steve Bannon deve começar a cumprir pena de prisão em 1º de julho Um juiz federal dos Estados Unidos ordenou, nesta quinta-feira (6), ao ex-assessor-chefe da Casa Branca durante o governo de Donald Trump, Steve Bannon, que se apresente na prisão até 1º de julho para iniciar o cumprimento de sua pena de quatro meses, reportou a imprensa local. Bannon, de 70 anos, foi declarado culpado de desacato em julho de 2022 por desobedecer uma convocação para depor no Congresso ao comitê que investigou o ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio por parte de apoiadores de Trump. Um dos autores intelectuais da campanha presidencial de Trump em 2016, Bannon foi condenado a quatro meses de prisão em outubro de 2022, mas permaneceu em liberdade enquanto recorria. Em janeiro de 2023, Bannon e outros nomes influentes nos Estados Unidos comemoraram a invasão do Congresso Nancional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Palácio da Alvorada por bolsonaristas insatisfeitos com os resultados das eleições. Trump e Bannon teriam aconselhado Jair e Eduardo Bolsonaro (PL) a contestar o resultado das eleições no Brasil, de acordo com reportagem publicada pelo estadunidense The Washington Post em novembro de 2022. Liderança da extrema direita global, Bannon manteve ao longo dos anos diversos encontros com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) –  que conheceu pessoalmente em 2018, às vésperas da eleição de Jair Bolsonaro, com quem também se encontrou após a eleição. O estrategista de Trump trabalhou até na definição da linha do discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU. Fora da agenda oficial, um dia antes de seu discurso, Bolsonaro se encontrou com Bannon para discutir a estratégia da sua fala. Em março de 2019, Bannon participou de um jantar na residência oficial do embaixador do Brasil em Washington com a presença do presidente brasileiro. O evento também contou com a participação do extremista Olavo de Carvalho (1947-2022), o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o então ministro da Justiça Sergio Moro.  

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Se você é sexista, racista, homofóbico, não compre meus discos

Por Victor Miller – Cruff Gay Blog Segundo a publicação Aventuras Na História, Kurt Cobain, o vocalista da banda Nirvana, lutava contra a homofobia e era a favor dos direitos humanos. Na época em que ele morava em Aberdeen, Seattle, nos Estados Unidos, Cobain saía pelas ruas com uma tinta spray e pichava paredes e carros com os dizeres “Deus é gay”, chegando a ser preso por isso em uma ocasião. Já um artigo do Reverb aponta que Kurt Cobain também lutava contra o sexismo, racismo e o machismo. Na coletânea “Incesticide”, o Nirvana colocou no libreto do disco os seguintes dizeres: – BKDR – “Se qualquer um de vocês em qualquer sentido odeia homossexuais, pessoas de outras cores ou mulheres, faça-nos um favor: nos deixe em paz! Não venha aos nossos shows e não compre nossos discos”. A contundente afirmação iluminava um sentido profundo por trás do Nirvana que por vezes acaba eclipsado justamente pelo imenso sucesso que a banda alcançou: há quase 30 anos, solitária em um cenário musical dominado por homens, pelo machismo, o sexismo e a corrida comercial.  O Nirvana era não só uma banda que sublinhava a importância do feminismo, como denunciava a masculinidade tóxica, a desigualdade de gênero, a homofobia e a violência masculina – acima até mesmo de seu próprio sucesso. O último disco inédito da banda, “In Utero”, também havia no libreto dizeres bem radicais contra qualquer tipo de discriminação:  “SE VOCÊ É SEXISTA, RACISTA, HOMOFÓBICO OU BASICAMENTE UM IDIOTA, NÃO COMPRE ESSE DISCO. EU NÃO ME IMPORTO SE VOCÊ GOSTA DE MIM, EU ODEIO VOCÊ.” Em várias entrevistas, Cobain se posicionava a favor dos direitos LGBTQ+ e era bastante firme e incisivo em seus posicionamentos. O mesmo valia para outros segmentos, como mulheres e negros. Além disso, várias músicas da banda também tinham uma mensagem social. “Rape Me” é um manifesto anti-estupro; “Very Ape” e “Floyd The Barber” atacam o machismo, só para citar alguns exemplos. Victor Miller é jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de “fobia”   Texto publicado originalmente no link abaixo do Gay Blog  https://gay.blog.br/noticias/se-voce-e-homofobico-nao-compre-esse-cd-disse-kurt-cobain-em-1993/?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR1HZJh74jBC59LWiWjsCj2qZmiRlqrL4JO6qVL3ZawCShAR9wHvlThLwqg_aem_AftoPlTLNhH1PTwrZW1yDIgreKHgKVkAM6AuZ4WtA05pulOY3-jJfQ7N0dkvo2pmM6xXJom3Hbr8thnfiflV_Rct

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