Por Simão Zygband 

Vídeo que circula nas redes sociais chamou a atenção de milhares de internautas.

A gravação foi feita em uma unidade do hipermercado Atacadão no litoral norte de São Paulo.

As imagens mostram vários carrinhos de compras cheios de produtos deixados pelos clientes nos corredores do mercado.

Segundo relatos de consumidores, eles decidiram abandonar suas compras após enfrentar filas extensas e uma longa espera para conseguir atendimento nos caixas.

O episódio demonstra algo que tem se tornado corriqueiro no governo do presidente Lula:

O sucesso da política econômica implementada pelo ministro da Economia, Fernando Haddad, indicado por Lula para administrar a Pasta.

A população está com o poder de compra aquecido e os empresários não se prepararam adequadamente para assistir o crescimento do consumo.

O Brasil do pleno emprego, com redução da pobreza, crescimento econômico e no acerto das políticas sociais estão possibilitando capacidade de consumo aos trabalhadores.

Se o dinheiro não sobra, ao menos também não falta no bolso da população,  sobretudo a mais pobre.

O Atacadão, que ajudou a financiar a campanha da extrema-direita de Jair Bolsonaro, não quer acreditar no sucesso do governo Lula.

E não contrata mão de obra necessária para atender o aumento da demanda oriunda da política econômica de Lula/Haddad.

É isso que dá apostar contra o Brasil.

Mas este sucesso não é possível freiar.

2026 está aí para confirmar

 

Simão Zygband é jornalista veterano, editor do site Construir Resistência. Foi repórter,  redator, pauteiro e assessor de Comunicação e Imprensa.

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Respostas de 2

  1. Querido Simão, os supermercados falam o tempo todo de escassez de mão de obra, têm, inclusive, a cara de pau de colocar a conta no bolsa família. O fato é que a juventude não quer mais trabalhar por uma miséria, 6×1, sem tempo para lazer ou estudar. Eles precisam pagar muito melhor e reduzir a jornada. Fora isso, essa galera vai preferir comprar uma moto, uma bicicleta e fazer entrega, que apesar de toda falta de segurança, em todos os aspectos, ainda é melhor do que a exploração e o assédio do varejo

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