Por Simão Zygband
O bolsonarismo definha e não leva mais ninguém às ruas.
Apenas 12 mil extremistas foram assistir à mais uma tentativa vã de tirar Bolsonaro detrás das grades.
Se depender da vontade popular e da voz das ruas, pode ir logo vestindo a roupa listrada dos presidiários.
Ninguém vai sentir sua falta. Nem mesmo a recatada Michelle Bolsonaro, falsa evangélica que deverá ficar feliz de se livrar do traste.

“Cada vez menos gente nos atos de Bolsonaro pedindo anistia. 12,4 mil no auge da manifestação na Paulista hoje, segundo a USP.
Talvez o depoimento em que ele chamou de ‘malucos’ seus golpistas de estimação tenha desencorajado alguns de sair de casa. Ainda vamos chegar ao dia em que essa turma vai caber numa kombi”, disse a jornalista Helena Chagas.
O fracassado evento reuniu apoiadores vestidos de verde e amarelo, exibindo bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel. São remanescentes dos adoradores do pneu.
Decidiram passar vergonha na avenida Paulista junto com o ex-mito lideranças como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Cláudio Castro (PL-RJ) e Jorginho Mello (PL-SC).
Tarcísio é o traidor que Jair Bolsonaro merece e se porta como um abutre esperando o corpo se transformar em carniça.
Se merecem

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em nome de Simão Zygband.
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