Por Rosana Bond – A nova democracia
Em seus arquivos, o criminoso Jeffrey Epstein aparece citando Bolsonaro e sua campanha eleitoral em 74 e-mails
Os arquivos sobre o criminoso Jeffrey Epstein divulgados pelos EUA no dia 30 de janeiro indicam que a extrema-direita roubou a eleição presidencial brasileira de 2018 dando a vitória ao fascista Jair Bolsonaro.
Ela usou o mesmo tipo de fraude que já havia beneficiado a eleição de Donald Trump de 2016, ligada ao chamado Escândalo do Facebook.
Epstein, que além de pedófilo e traficante sexual, era um expoente político da direita ultrarreacionária estadunidense, em seus arquivos aparece citando Bolsonaro e sua campanha eleitoral em 74 e-mails, mostrando a atenção/preocupação do comando internacional direitista com o sucesso ou insucesso da tática ilegal aplicada no Brasil.
Nas mensagens datadas de setembro de 2018, Epstein utilizou a expressão em inglês “the real deal” (que pode ser traduzida como “é o cara” ou “é para valer”) para se referir ao então candidato Jair Bolsonaro.
Esconder nos bastidores
Em um dos mails enviados a Epstein citando Bolsonaro, o assessor de Trump e encarregado pelo esquema de fraude nos EUA e Brasil, Steve Bannon, escreve que é preciso esconder sua ligação com a campanha de Bolsonaro dizendo: “Tenho que manter essa coisa do Jair nos bastidores.”
Na mesma época, aqui no Brasil, por “coincidência”, Bolsonaro e filhos passaram a negar que Bannon estivesse ajudando a equipe eleitoral, algo que era antes anunciado e confirmado pelo filho Eduardo.











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A gde mídia oficial porca não revela isso porque ainda apoia e faz campanha pros filhotes de bozo genocida: Flávio das rachadinhas e do chefe de milícias Tarcísio de Freitas.