Por Luís Delcides R. Silva
A produção das TAGs foram feitas por gente comum, trabalhadores, profissionais unidos para espalhar mensagens informativas, esclarecedoras. São ativistas digitais
Cansados de ver perfis de extrema-direita e reacionários mandarem e desmandarem nas redes e, ao mesmo tempo, a governabilidade do presidente nas cordas – principalmente pelo resultado das pesquisas questionáveis, criadas apenas para fortalecer a economia do desafeto – ao trazer um conceito de Achiles Mbembe, um grupo de internautas do X resolveu juntar forças e criar o Movimento TAG nas redes.
A iniciativa é da Cris Carvalho, cujo perfil é, @krispimentinha. Micro-empresária, atuante há um bom tempo nas redes sociais, especialmente no Twitter, ela soma forças a Professora Ana (@ColetivoSalaPT) e a outros perfis como Lazaro Rosa(@lazaro25), Jani Valverde, Luís Delcides (@ldrsilva294), Amanda Miranda @amanda_miranda, Tuca Andrada (…) e outras contas grandes e pequenas se juntaram a iniciativa.
Não são pessoas ligadas ou renumeradas pelo PT ou governo, como a imprensa hereditária – denominada de forma magistral pelo jornalista e apresentador do ICL , Xico Sá – diz.
É gente comum, é ator, empresário, jornalista, dona de casa, advogados, professores, unidos por um propósito: defender a dignidade do povo e a governabilidade.
A associação feita pela imprensa hereditária foi de maneira rasa, ao considerar o volume de publicações mencionando as tags: CONGRESSO INIMIGO DO POVO, CONGRESSO DA MAMATA, NÃO VAMOS RECUAR, TAXAÇÃO DOS SUPER RICOS, HUGO MOTTA TRAIDOR.
Para os jornalistas das principais redações do país, a produção das postagens era promovida pelo Governo Federal.
Negativo, mais uma vez é importante reforçar: a produção das TAGs foram feitas por gente comum, trabalhadores, profissionais unidos para espalhar mensagens informativas, esclarecedoras. Postagens feitas de maneira responsável, cuidadosa, sem agredir, apenas criticando, apontando os erros e utilizando humor e sarcasmo para dar aquela cutucada leve no Deputado Federal Hugo Motta e na mídia empresarial como segue alguns exemplos abaixo:




Para finalizar, alguns veículos mencionaram “ataques ao congresso”. Ou seja, foram criticas incisivas, sinalizando a realidade do povo brasileiro e a defesa de um governo preocupado com o bem estar da população. Ataque é bem diferente de crítica não é, mídia hereditária?

Luís Delcides R. Silva é jornalista e advogado.

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