Viva. Estou viva!

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Por Adriana do Amaral

Viva eu, Viva Tú, Viva o rabo do tatú

Confesso que nunca entendi direito essa expressão, até mesmo comprei o livro de Roberto Freire pela capa. Depois, descobri que há outros, homônimos.

Resumo com VIVA tudo o que é bom e auspicioso, inspirada pelo pai de uma amiga querida. Ele, um imigrante, refugiado de guerra.

Hoje eu celebro a minha vida, e divido a minha alegria com os eventuais leitores. Afinal, é um privilégio ter sobrevivido à #pandemia da #Covid-19, que dizimou vidas, histórias, sonhos… Que deixou tanta dor aos que sobrevivem às suas perdas.

É o segundo aniversário pandêmico.

Estou ficando mais velha, vejo alguns sinais na pele, nos cabelos, na energia. Mas nunca me senti tão rejuvenescida, pois há tantos sonhos a realizar!

O primeiro deles, superar os desafios trazidos pela tragédia humanitária que vivemos, e que requer resiliência de todos nós.

O segundo, mudar o rumo dessa política genocida instituída no Brasil, onde poucos têm muito e o povo foi deixado de lado num vale tudo desmedido.

O terceiro viver para envelhecer num mundo melhor.

A vida é um dia após o outro, com perdas e ganhos, num sonho sonhado outro realizado e o próximo a sonhar. Sobretudo, que não vivemos sós nesse mundão de Deus e que a felicidade de um deve, necessariamente, passar pela felicidade de todos nós.

Quem está vivo, faça por merecer.

Viva!

 

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