Que apodreça atrás das grades!

Por Simão Zygband

Foto: Igo Estrela/Metropolis

Bolsonaro é o símbolo da decrepitude da sociedade brasileira, o exemplo de um personagem que jamais deveria ter existido na nossa história.

Entre tantas frases asquerosas proferidas pelo verme Bolsonaro, uma ecoa profundamente: E daí,  eu não sou coveiro!

A sociedade cobrava da repugnante besta fera travestida de presidente da República uma atitude no combate à Covid-19, que ceifava a vida de 4 mil brasileiros e brasileiras por dia, totalizando 700 mil óbitos,  proporcionalmente a segunda maior mortalidade do mundo.

Mas aquela frase foi a que nais sintetizava todo o descaso que aquele elemento possuía em relação ao povo que, de alguma forma, era cúmplice de sua própria tragédia.

E colocou-o no poder.

A prisão hoje consumada pela Justiça brasileira, na figura do ministro Alexandre de Moraes,  já deveria ter ocorrido há muitos anos, pelos mais variados motivos.

Não faltaram crimes naquelas mãos tingidas de sangue.

Bolsonaro é o símbolo da decrepitude da sociedade brasileira, o exemplo de um personagem que jamais deveria ter existido na nossa história.

Golpista,  cínico,  sádico, fascista, corrupto, misógino, homofóbico,  traidor, racista, etc, etc, etc. Bolsonaro incorpora tudo o que pode haver de nefasto no inconsciente humano.

Para nossa sorte, depois de ter aguentado quatro anos nas garras do déspota, é que ele possuia uma incapacidade ímpar de construir. Nada do que planejou deu certo.

E falhou em tudo aquilo que sua mediocridade intelectual lhe impediu de consumar: no desastrado desgoverno, no famigerado golpe de Estado, no atentado ao Estado de Direito, no plano de fuga arquitetado na noite de ontem.

A única característica que Bolsonaro se notabiliza é na sua notória covardia.

Que apodreça atrás das grades.

Simão Zygband é jornalista veterano e editor do site Construir Resistência

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