Construir Resistência
cagonildo

Maringá e a prodigalidade em cagonildos…

Por Luis Otavio Barreto

Tiago Rossi, de Maringá, instrutor de tiros, macho topzera, saiu daqui, naquilo que podemos classificar como “Atitudes Completamente Imbecis Cometidas por Gente Muito Imbecil”, para se cagar todinho na Ucrânia. Quer dizer, já não fosse um imbecil em terra natal, precisou ser imbecil, também, na Europa. Seguindo o chamado da própria essência, o que foi que ele fez?! – Acovardou-se e, com o rabo entre as pernas, FUGIU! Porque eh isso que faz o imbecil; – FOGE!

Eu não vou perguntar o que pensa uma pessoa dessas, porque não pode haver raciocínio! Não pode haver pensamento! Quando, há uns dias, fizeram uma pesquisa para saber quantos estavam dispostos a ir à guerra, um considerável número, entre 30 e 45 anos, respondeu positivamente. Esses homens não tem a menor, a mais cretina e insignificante noção do que é uma guerra!

O cara sai daqui pagando de combatente, de herói, de fodão que sabe atirar e vai pro meio do inferno, do maior caos que pode acontecer a uma civilização, e caos em vários sentidos, e acha que vai encontrar cenário para tirar onda em rede social e alimentar a fantasia criada a partir de uma realidade mítica, concebida por uma viagem conduzida por transe ufanista, pseudo patriótico instalado por uma figura artificial, criada dentro do imaginário doentio de uma gente que se acha credora da vida, régua moral, mas que não passa de um bucho. Um BUCHO!

Tiago Rossi, o CAGONILDO DE MARINGÁ, está lá, todo breado (adoro essa palavra) dizendo: – Ah, óh, ah, eu não imaginava como era uma guerra… num dia mais contido eu diria: – Ah, como eh tolo! Mas como hoje eu estou atacado: – Ace phoder, pohan!

 

Luis Otavio Barreto é músico pianista e professor de lingua portuguesa

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