Há arte e vida e liberdade nas feiras

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Por Sebastião Nicomedes

Interrompidas em virtude da #pandemia, as populares feiras de arte, em São Paulo, também a tradicional #FeiradeArtesanatonaPraçadaRepublica, estão de volta.
Além de proporcionar excelente passeio turístico o acesso é fácil, com desembarque na estação do metrô, que fica literalmente dentro da Praça.
A feira, fica de frente à  #SecretariaMunicipaldaEducação, imersa à área verde, conservada na Praça.
Lugar arborizado em plena avenida #Ipiranga.
Está conservado, também, o antigo coreto.
Ah, e o lago tem chafarizes encantadores, cágados e as mais lindas carpas.
Ao largo do lago vivem duas garças!
Sorte de quem consegue avistar as aves, que costumam alçar voos vez em quando…
A feira de artesanato lembra outras tantas.
Colares de biojoias, feitos com sementes incríveis; pedras preciosas e para os colecionadores: selos e moedas raras, penduricalhos entre outras relíquias.
Tem de tudo um pouco, mostrando os usos e costumes e arte popular.
Bolsas, sandálias de couro, redes, panos de prato pintados e/ou bordados.
Telas com pinturas pra todos os gosto e estilos.
A gente vai visitando e  se encantando…
Ainda usando máscara.
Feirantes e clientes mantém todos os cuidados.
Itens como álcool em gel não podem faltar, mas a feira bastante ampla e dinâmica.
Dá pra comprar berimbau e tem roda de capoeira acontecendo.
Aos  que não  perdem a oportunidade.
E como cantam a cantora  Iza e Rincon Sapiência:  #Entranarodaeginga.
Colo na banca, cadenciando na palma da mão.
Arrisco  dançar.
Sem muita a coordenação motora e a coreografia, tipo “prus Coco”.
Um pingo de alegria.
E quem é que não tá precisando de momentos assim, que alegram aos olhos e a alma?
Assim desse jeito vamos nos livrando das dores.
Indo do luto à luta.
É preciso.
Porque a vida continua.
Ao fundo, a sede da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo
  
Feira de Artesanato da Praça da República

Roda de Capoeira

Crédito das fotos: #TiãoNicomedes

Tião Nicomedes
Sebastião Nicomedes de Oliveira é “poeta das ruas”. Autor da peça teatral Diário de um Carroceiro e do livro As Marvadas é artista popular. Ex-catador e ex-morador em situação de rua, integra o MIPR (Movimento Internacional de População em Situação de Rua).

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