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Genocida sente o gosto da derrota e quer punir os pobres com corte na Farmácia Popular

Por Simão Zygband

O absurdo corte de 60% dos recursos do Orçamento de 2023 para remédios da Farmácia Popular vai suprimir R$ 1,2 bi do programa que distribui gratuitamente medicamentos de uso contínuo, que vão desde fraldas geriátricas, absorventes a medicação para diabetes e pressão. O genocida Bolsonaro diz tardiamente que vai rever a decisão.

 

 

Já virtualmente derrotado nas urnas (como indicam todas as pesquisas), o genocida que governa o país tomou uma decisão para punir exatamente aqueles que vão enxotá-lo e colocar fim a quatro longíncuos anos de desgoverno da extrema direita: os mais pobres, usuários diretos do programa Farmácia Popular, criado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Claro que esta decisão estapafúrdia causou alvoroço nas bases governistas, cujo impacto não apenas ceifa as limitadas chances de vitória de Bolsonaro (que luta titanicamente para ver se consegue chegar ao segundo turno), como também faz um stricke nas chances de eleição de uma bancada mais robusta nas fileiras da direita e extrema direita.

Bolsonaro fez que não era com ele e sugeriu que os ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Marcelo Queiroga, respectivamente, revertam os cortes feitos no orçamento do programa Farmácia Popular para o próximo ano. Mas o estrago já estava feito. As informações dão conta de que os recursos para os medicamentos gratuitos caíram de R$ 2,04 bilhões, no Orçamento de 2022, para R$ 804 milhões, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2023, enviado ao Congresso no fim de agosto.

O dinheiro, segundo a CUT Brasil, foi cortado do programa popular para ser desviado para as chamadas “emendas de relator”. “Orçamento secreto comandado pelo presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), com apoio de Bolsonaro vai “comer” R$ 1,2 bi do programa Farmácia Popular que distribui gratuitamente remédios“.

É como Lula disse no debate: Bolsonaro é um bobo da corte que não manda mais nada e é refém do chamado Centrão. Os deputados governistas fazem a festa com o dinheiro público e o genocida não apita mais nada.

O corte representa R$ 1,2 bilhão a menos e vai de fraldas geriátricas a remédios para todo tipo de doença atendida pelo programa, como os medicamentos de controle de pressão alta, diabetes e asma. Significa dizer que, o corte, vai prejudicar mais de 20 milhões de usuários(as).

A repercussão negativa deixou os coordenadores da campanha eleitoral de Bolsonaro em pânico a ponto de deputados federais e senadores bolsonaristas estarem atuando, dentro do Congresso Nacional, às pressas, para reverter o impacto da decisão.

Chega de bolsonarismo. Lula Já!

 

 

 

 

 

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