Antes, ele já havia destacado o seguinte, também nas redes sociais: “Sobre uma suposta ‘guerra’ que impatriotas dizem querer fazer em Brasília, já transmiti as orientações cabíveis à PF e PRF. E conversei com o governador Ibaneis e o ministro Múcio”.
“Desde cedo, eu e os diretores gerais da PF e da PRF estamos em diálogo e definindo novas providências sobre atos antidemocráticos que podem configurar crimes federais. Vamos manter a sociedade informada. Pequenos grupos extremistas não vão mandar no Brasil“, acrescentou o ministro.
Bolsonaristas convocam CACs para “guerra”
Vários ônibus com bolsonaristas desembarcaram em Brasília, neste sábado, para promover mais um ato antidemocrático no fim de semana. A maioria dos veículos partiu de Mato Grosso e Espírito Santo.
Entre os grupos bolsonaristas, o protesto deste fim de semana está sendo tratado como uma “guerra”. Foram convocados, inclusive, aqueles que possuem armamentos, os Colecionadores Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs).
Os golpistas debatem, inclusive, a possibilidade de invasão do Congresso Nacional.
O que é a Força Nacional
A Força Nacional de Segurança Pública foi criada em 2004, durante o governo Lula (PT). Trata-se de um programa de cooperação entre os estados brasileiros e o governo federal.
A corporação, vinculada ao Ministério da Justiça, tem o objetivo de auxiliar os entes federativos em “atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública, à segurança das pessoas e do patrimônio, atuando, também, em situações de emergência e calamidades públicas”.
A Força Nacional não faz parte das Forças Armadas. É composta por policiais militares, bombeiros, policiais civis e profissionais de perícia dos estados. Portanto, não são funcionários do governo federal, mas agentes de segurança dos estados, selecionados pela União. Esses agentes ficam à disposição do Executivo e podem ser cedidos por até dois anos
Matéria publicada originalmente no link abaixo da Revista Fórum

