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Bolsonaristas partem para agressão em São Paulo e Minas

Episódios de violência ocorreram contra jornalistas em Belo Horizonte e idosa em São Paulo

Os fascistas não se conformam com a derrota e apelam para a ignorância contra indefesos que não tem nada a ver com o peixe. Eles foram deixados falando sozinho pelo seu “mito”, o fujão Jair Bolsonaro e agora covardemente descontam a raiva chutando a própria sombra.

Em Belo Horizonte, a prefeitura realizou na manhã desta sexta-feira operação para desmontar o acampamento  golpistas em frente ao Comando da 4ª região do Exército, na capital mineira.

A operação foi realizada pela Guarda Civil, com apoio de agentes de fiscalização. A operação de desmonte já vinha sendo planejada pela prefeitura e o estopim para a execução foi a agressão a um fotógrafo de um jornal local, na quinta-feira (5).

Os manifestantes golpistas estavam acampados no local desde o dia 30 de outubro. Durante a operação de desmonte, houve agressões contra jornalistas e tentativa que danificar equipamentos.

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) se posicionou sobre o episódio de agressão e afirmou que “enviou ofícios solicitando providências ao Ministério da Justiça e dando ciência dos casos à Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal (Secom).”

Confira trechos da nota:

Os acampamentos bolsonaristas viraram zona de risco para profissionais da imprensa desde o resultado do segundo turno das eleições, quando levantamento conjunto da FENAJ e da Abraji apontaram 70 episódios de agressão contra a categoria no país. Diante do nível de hostilidade dos manifestantes, solicitamos às empresas jornalísticas que pautem a cobertura desses acampamentos somente com a garantia de segurança para seus profissionais. Também orientamos os profissionais agredidos a registrarem boletim de ocorrência. Pedimos, ainda, que as autoridades de segurança pública estaduais reforcem a vigilância em atos antidemocráticos.

Defender idosa

 

Em São Paulo, mulher foi agredida por bolsonarista que participava de carreata na avenida Angélica.
Débora Alba, moradora da região, foi atacada por tentar defender uma mulher idosa, que carregava uma bandeira do PT e estava sendo hostilizada por um grupo de fascistas.

“Desceram quatro pessoas dos carros para bater nela. Eu vendo aquela cena não tinha como eu ficar quieta. Fui tentar defender ela, pedi para que parassem”, disse Débora.

“Ele passou me agredir e me atingiu no lado esquerdo do rosto”, disse. Alguns policiais militares estavam no local, mas Débora e a testemunha afirmaram que agentes não identificaram os agressores.

 

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