Construir Resistência

5 de fevereiro de 2023

Fora extrema direita fascista!

Por Herval Barreto Quero colocar aqui para análise e discussão um fato sobre o qual muito se fala: a polarização entre o PT e a extrema direita. Não concordo, não podemos cair nessa narrativa. Não acho que nós, progressistas, polarizamos com a extrema direita fascista. O que é polarizar?, Ao meu ver é quando há algo concreto para se comparar, quando existia PSDB, aí sim era polarização. O que a extrema direita fascista tem a apresentar em termos de projeto de povo?. “Deus, Pátria e Família”?É isso? Cadê o projeto político? Essa narrativa não passa de fantasia, não passa de demagogia barata para atrair os ignorantes políticos, idiotizando o eleitor. E quem banca tudo isso são as elites atrasadas do nosso país, um povo imbecilizado só interessa a eles. É só olhar os legados dessa pauta “Deus, Pátria e Família”. Redundou em 700 mil mortos por Covid-19, o genocídio dos indígenas Yanomamis, 33 milhões de brasileiros passando fome, destruição da CLT, entrega do nosso patrimônio energético, como parte da Petrobrás, Eletrobras, uso do cartão corporativo para bancar as inúmeras Motociatas do Bolsonaro, abertura de milhares de clubes de tiro, proliferação do garimpo ilegal, extração e contrabando de madeiras, destruição do meio ambiente etc….Esse é o papel da extrema direita fascista. Dito isso, chamo a atenção de todos, que foquem nessa questão, e não caiam no conto da carochinha, não comprem a ideia de que a extrema direita fascista polariza com o PT. Precisamos urgentemente desconstruir essa narrativa, pois não há como polarizar com quem não apresenta projeto nenhum, pelo contrário, destrói o país. “Deus, Pátria e Família” são apenas devaneios daqueles que invadiram Brasília e quebraram as “três casas” que simbolizam e representam a democracia. A nossa República precisa de paz, de equilíbrio, de harmonia, para que o Presidente da República possa trabalhar para o povo brasileiro sem contratempo. Se permitirmos que esses extremistas nos pautem, o governo terá dificuldades para governar e o governo precisa usar os instrumentos que tem em mãos para desconstruir essa extrema direita fascista. Infelizmente o povo brasileiro está elegendo muita porcaria, desculpem pelo termo chulo. Sem medo de errar afirmamos que essa legislatura de 2022 poderá ser a pior de todos os tempos, muito pior que a legislatura anterior, é só olhar quem se elegeu para o Senado e para a Câmara dos Deputados. A depender desses caras estamos ferrados, o Brasil não avançará e o povo não será beneficiado. Qualquer ganho social, será por muito esforço do Presidente Lula, pois o ex Presidente Bolsonaro fez o contrário nos quatro anos de sua gestão, trabalhou contra o povo. Nós que estamos com os pés no chão e a cabeça no lugar, discutindo no campo da racionalidade e em bases empíricas, precisamos combater ferrenhamente e desconstruir as narrativas desses que querem nos fazer crer que a extrema direita fascista é solução para os brasileiros. Tem muita gente que ainda acredita nessas baboseiras, vamos ter que trabalhar muito para mudar essa configuração política. Em 2024 teremos eleições para Prefeitos e Vereadores e não podemos perder tempo, esse é o momento do resgate e trazer de volta, políticos progressistas. “ Fora extrema direita fascista” Herval Barreto é  cidadão brasileiro. Militante da causa Brasil

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O terceiro morticínio do Governo Bolsonaro

Por Hildegard Angel, para o 247 “Madame mandou esvaziar o laguinho para recolher as moedas jogadas n’água por visitantes supersticiosos, que faziam pedidos aos peixes”, diz Hildegard Angel   Carpas japonesas, os mais lindos dos peixes, vermelhos, dourados, sinuosos, ondulantes. Amigáveis, não receiam se aproximar dos que lhes jogam miolos de pães. São a alegria dos parques aquáticos, das praças com lagos, com margens sempre repletas de admiradores que apreciam ver a natureza evoluir na água, diante deles. No Palácio da Alvorada havia carpas japonesas no espelho d’água. Um requinte, uma sofisticação. Elas são encontradas nos mais belos jardins do planeta, como no parque japonês do Jardin Botanique de Marseille, na França. Carpas douradas, enormes, exibindo-se vaidosas, abrindo as bocas gulosas, balançando as caudas, diante dos turistas embevecidos, eu entre eles, que as contemplavam. Nunca esqueci. No Rio Carioca, que teve seu curso desviado para ondular jardim abaixo, na Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, as carpas vermelhas descem lânguidas pela encosta margeada de pedras, e passam sob a ponte rosada de madeira, réplica daquela dos jardins de Monet. Bonito atrativo, que privilégio ter olhos pra ver e acompanhar aquele balé com escamas. No palácio residencial dos presidentes da Republica, em Brasília, carpas não há mais. Operou-se, por ordem de Madame “ex-first lady” o terceiro “genocidio” do Governo Bolsonaro: o extermínio, não de humanos, mas das carpas japonesas. Madame mandou esvaziar o laguinho para recolher as moedas jogadas n’água por visitantes supersticiosos, que faziam pedidos aos peixes. Foi o último saque, o saque de despedida da família Bolsonaro. Em lago sem água, peixes não sobrevivem. Mesmo que sejam peixes encantados, as carpas japonesas. Falta-lhes água, falta-lhes vida. Como faltaram os cilindros de oxigênio para salvar vidas humanas no Amazonas. Fico imaginando… Se as moedas fossem atiradas em gaiolas de aves majestosas, Madame também determinaria sua extinção, para caçar os níqueis depositados no fundo? Se fosse num canil, eliminariam os cachorros para resgatar uns trocados? Que gente feia, horrorosa. Feiúra de alma. Almas horrendas não suportam contemplar o milagre da vida, seja ele no reino animal, no vegetal, nos humanos em leitos do SUS, nas aldeias indígenas, nos quilombos ancestrais ou no alarido jovial dos pátios das universidades. O ódio se enraivece, quando há esperança, beleza, amor, harmonia, futuro. Quer um mundo à sua semelhança, árido, sem cor, sem brisa, sem perfume. Um mundo com a visão e o odor da mortandade dos peixes. Foram-se as carpas, ficou para a História o registro macabro. Hildegard Angel é jornalista, ex-atriz, filha da estilista Zuzu Angel e irmã do militante político Stuart Angel Jones  

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Micheque e as carpas milionárias

Da Redação       Carpas milionárias Micheque mandou drenar um lago do Palácio da Alvorada, e consequentemente matou as carpas que nele viviam, para recolher as moedas que ali eram jogadas. As carpas foram um presente do imperador japonês Hirohito ao presidente Collor em visita ao Brasil. São carpas Nishikigoi, dependendo do desenho podem chegar a U$ 20 mil, o exemplar, aparentemente ela sacrificou uma fortuna em vidas e dinheiro, por uma ninharia…. Alexandre Gradisky – São Paulo Alma podre A mando de Michele Bolsonaro, um espelho d’água com carpas ornamentais teria sido esvaziado no Palácio da Alvorada, para que se tirassem as moedas costumeiramente jogadas por turistas. O dinheiro seria para dar a igreja e as carpas morreram! Se isso é verdade, que gente de alma podre!!! Edson Cabral – Rio de Janeiro Saque Pastor Francisco de Assis Castelo Branco, serviçal de Michele Bolsonaro esvaziou espelho d’água do Palácio da Alvorada, para recolher as moedas jogadas por turistas. As pobres carpas morreram. A matéria do portal Metrópoles relata outros absurdos como o saque promovido por funcionários graduados do Palácio da Alvorada, que no final do mandato de Bolsonaro, levaram do local carnes nobres, bacalhau, camarões, e outros itens. Nilton Tatto – São Paulo Nojo A Michele Bolsonaro consegue ser tão perversa quanto o Bolsonaro. Essa história das carpas foi fod@. E pior de tudo que foi um presente do imperador japonês ainda quando o Collor era presidente. A cada dia que passa tenho mais nojo do clã Bolsonaro. Que gente asquerosa! Victor Araújo – Niterói   COLABORE COM O CONSTRUIR RESISTÊNCIA PIX para Simão Félix Zygband no 11 997268051 OU CLICANDO E OBSERVANDO OS ANÚNCIOS QUE APARECEM NA PÁGINA. QUALQUER FORMA DE CONTRIBUIÇÃO É BEM VINDA. ✊      

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