Construir Resistência

29 de dezembro de 2022

Zaluar, o goleiro que tomou o primeiro gol de Pelé

Por Luiz Henrique Gurgel  Foto antológica do Pelé – Domício Pinheiro Pelé morreu hoje e aproveito para contar uma pequena e saborosa história do Rei do Futebol ocorrida na minha vila natal. Não se trata de uma história qualquer, falo simplesmente do lugar onde Pelé fez o primeiro dos 1283 gols de sua carreira. Foi numa tarde longínqua de 7 de setembro de 1956, no Estádio Américo Guazelli, cancha do Corinthians F. C. de Santo André, since 1912, o Galo Preto de Vila Alzira, também conhecido como “Corintinha do Ipiranguinha”, clube de futebol do bairro em que nasci e cresci. Ele ainda existe, capengando. O Santos F.C. subiu a serra para uma partida amistosa no feriado da Independência e ganhou o jogo por 7 a 1. O sexto tento do time do litoral foi marcado por um menino de 15 anos, o Gasolina. Entrou no segundo tempo, no lugar do famoso Del Vechio, para alívio do volante Schamk, do Corintinha, que na hora da substituição gritou para o companheiro Zito: “Acabou a correria! Que moleque é esse aí?”. Minutos depois, aos 36 para ser exato, Schamk percebeu que a correira não tinha acabado, foi confiante dar combate ao garoto de pernas finas, levou um drible desconcertante e só viu o menino frente a frente com o roliço Zaluar – terceiro goleiro do Galo Preto – que numa saída atabalhoada só viu a bola lhe passar por baixo das pernas. Era o gol 0001 do garoto que viraria um mago da bola, verdadeiro Nijinski, um Nureiev (que eu saiba esses dois geniais russos não faziam o que aquele fez usando uma bola). A nota pitoresca desse feito histórico ficou por conta do goleirão Zaluar. Anos depois quando o menino Gasolina já era o Rei Pelé, Zaluar passou a usar uniforme com o número “0001” nas costas. Não satisfeito, confeccionou cartão de visitas em que se apresentava: “Zaluar Torres Rodrigues – Goleiro 1º Gol Pelé (07/09/1956)”, com endereço e telefone. E Viva Pelé! Falo sobretudo do jogador, como foi bonito de ver. Não o percam, está lá nos youtubes da vida, continua batendo um bolão. Luiz Henrique Gurgel é Mestre em Letras (Literatura Brasileira) pela Universidade de São Paulo (FFLCH – USP/2022); bacharel em Ciências Sociais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1989), atua como jornalista profissional, professor e formador.  

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Lula voltou!

Texto e fotos por Elias Pereira  Caravanas de todo o Brasil chegam diariamente a Brasília. Gente do Ceará, do Piauí, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Amazonas, do Pará, de Santa Catarina, do Brasil inteiro. O povo retomou o verde e amarelo que se mistura ao vermelho dos nossos corações. Aos gritos de “Lula voltou”, comerciantes faturam com a venda de camisetas, bonés, botons, toalhas, bonecos. A alegria toma conta do entorno da Esplanada e da Catedral. Estruturas estão sendo montadas para servir de praça de alimentação. Palcos já estão montados para a grande festa da democracia. O maior Estadista do século vinte e do século vinte e um está de volta ao poder. Há três dias da posse, o povo já celebra na Capital Federal. Viva a festa da democracia!       Elias Pereira é escritor

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Bolsonaro foge deixando para trás um país arrasado

Simão Zygband Passou da hora de mandar prender os extremistas insuflados pelo fascista Jair Bolsonaro. Lógico que como todo covarde, o derrotado presidencial fugiu como um rato, deixando atônito os descelebrados que ainda insistem em conturbar a ordem, infectando com sua presença asquerosa o entorno dos quarteis em diversos estados brasileiros. Por sorte, já começam a se tocar que não passaram de idiotas manipulados por um (des)governo maléfico, danoso à saúde física e mental de qualquer brasileiro de bom senso. O covarde miliciano faz um grande favor ao país de nos poupar de sua presença pútrea na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele jamais deveria ter ocupado o cargo que exerceu por conta de uma estupidez, um delírio coletivo que, apesar de tudo, ainda lhe proporcionou 57 milhões de votos. Impensável acreditar que ainda teve gente que apostou no caos. Certamente são más pessoas como ele. O elemento nocivo que deverá desinfetar a cadeira presidencial no próximo dia 31, deixa um legado de fome, mortes e destruição. Para tentar ganhar as eleições, o capitão reformado aumentou a dívida pública em R$ 92,6 bilhões (em valores aferidos apenas em novembro, um mês após o derrame durante as eleições) totalizando R$ 5,87 trilhões, a mais alta da história do país. Uma calamidade que o nazista deixará como herança para o presidente Lula. Bolsonaro é responsável direto, portanto, pela elevação desenfreada da dívida pública (que teve como carro chefe a gastança através do chamado Orçamento Secreto), mas também por 690 mil mortes ocorridas por seu sadismo e negligência durante a gestão da pandemia de Covid-19 (com as omissão na compra de vacinas e imposição de remédios ineficazes como a cloroquina), a elevação do número de famintos para 33 milhões de brasileiros, por gastos de até R$ 3 milhões mensais no cartão corporativo da Presidência da República, por atentar contra a democracia, insuflando militares radicais e estúpidos marionetes vestidos com a camisa verde-amarela, que queriam explodir um caminhão-tanque no aeroporto de Brasília e matar centenas de pessoas, enfim, faltará espaço para elencar tantos desastres cometidos por um insano. O elemento foge do país juntamente com seus odientos filhos, deixando para trás um país devastado, que deverá ser reconstruído com coragem pelo presidente Lula. Evidentemente que tem medo de ser preso, fato que já deveria ter ocorrido há muito tempo a ele e seus enlouquecidos apaniguados. Enquanto a sua prisão não for decretada, e esperamos que não demore muito, o país vai assistindo o início da desinfecção, com a prisão dos extremistas envolvidos na tentativas de invasão da sede da PF, na Asa Norte, em Brasília, no último dia 12 de dezembro. As equipes cumprem 32 mandados de busca e apreensão e de prisão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além do DF, a Operação é deflagrada simultaneamente em Rondônia, Pará, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro. Claro que faltará a detenção do líder. Mas deve se pegar primeiro os ratos pequenos para depois caçar as ratazanas. O Brasil respira aliviado.   AJUDE A FINANCIAR O CONSTRUIR RESISTÊNCIA, O ESPAÇO DE LUTA PIX para Simão Félix Zygband no 11 997268051 OU CLICANDO E OBSERVANDO OS ANÚNCIOS QUE APARECEM NA PÁGINA. QUALQUER FORMA DE CONTRIBUIÇÃO É BEM VINDA. ✊✊✊✊✊✊  

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