Construir Resistência

17 de novembro de 2022

Bolsonaro ensaia um abraço de afogado nos generais

  Por Leandro Fortes – Diario do Centro do Mundo Recluso no Palácio da Alvorada, onde se consome em ressentimentos e perebas, Jair Bolsonaro se entregou àquela que imagina ser sua última cartada de poder: impedir as Forças Armadas de participar do processo de transição em curso. Pretende, assim, levar a credibilidade da caserna ao colapso total, com o auxílio luxuoso de meia dúzia de generais irresponsáveis. Ao negar a essa transição, Bolsonaro pretende dar uma derradeira demonstração de poder no único espaço do serviço público onde a hierarquia está acima do bom senso. Assim, em pleno uso da prerrogativa de comandante-supremo, arrastar os militares para as profundezas do desespero em que se encontra e se deslocar, definitivamente, da realidade política do País. Lula ainda procura, auxiliado por dois de seus ex-ministros da Defesa, Celso Amorim e Jaques Wagner, uma saída diplomática para a porralouquice de Bolsonaro, para não precipitar uma crise que só interessa à horda de desocupados estacionada em frente aos quartéis. O trio tem buscado, sem sucesso, interlocutores junto aos comandantes militares para reiterar seu apreço às Forças Armadas. A solução mais evidente, portanto, é um convite formal do coordenador da transição, Geraldo Alckmin, ao ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, para iniciar uma transição por cima, sem a ingerência dos comandantes militares – todos enfiados, até o pescoço, na areia movediça do bolsonarismo. Signatário da auditoria mandrake sobre as urnas eletrônicas, o ministro também não é lá essas coisas, mas pode ser render à institucionalidade de modo a ser tocado pela razão. Caso se negue a conversar, vai amarrar a caserna ao naufrágio do governo Bolsonaro de forma irreversível. A outra solução é ignorar o estamento militar comandado Bolsonaro e, a partir de 1° de janeiro de 2023, iniciar um necessário processo de expurgo funcional e mandar para a reserva o chorume bolsonarista que se recusa a aceitar o papel constitucional das Forças Armadas. Aliás, de longe, a melhor opção. Leandro Fortes é professor de jornalismo, escritor com passagem pelo O Globo, Carta Capital, Correio Braziliense entre outras publicações.   Matéria publicada originalmente no link abaixo do Diario do Centro do Mundo https://www.diariodocentrodomundo.com.br/bolsonaro-ensaia-um-abraco-de-afogado-nos-generais-por-leandro-fortes/

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Questão de classe: desta vez, cerco da mídia a Lula começou antes da posse

  Ricardo Kotscho – Colunista do UOL De quem é este avião? Quanto custou? Quem está pagando? Em todas as campanhas anteriores de Lula, esta era a primeira pergunta que os repórteres me faziam quando a gente chegava no aeroporto num avião executivo. Na primeira, em 1989, ainda viajando em avião de carreira, um passageiro ficou indignado ao ver Lula a bordo: “Olha aí, o Lula, o metalúrgico… Agora só quer saber de viajar de avião…” Fui perguntar ao elemento se ele queria que Lula fizesse a campanha para presidente de ônibus ou montado num cavalo. A esta altura, Fernando Collor, o candidato empresário, já cruzava os céus do país só viajando em aviões particulares e ninguém queria saber quem pagava o voo. Nessa época, Lula não podia jantar num bom restaurante, mesmo que fosse a convite de alguém (ele nunca foi de botar a mão no bolso), que logo começavam os comentários nas mesas ao lado. “Olha aí, o Lula, o metalúrgico, agora só quer saber de comer camarão…” A pedido do próprio, parei de querer tirar satisfações quando ouvia essas coisas, mas aquilo me incomodava profundamente. Uma vez presidente, eleito e reeleito, esse preconceito de classe nunca deixou de existir, mesmo depois dele ser recepcionado com tapete vermelho nos mais elegantes palácios do mundo. Durante o governo de transição de FHC para Lula, em 2002, certa vez os assessores dele estavam jantando num restaurante na Academia de Tênis, às margens do Lago Paranoá. Os repórteres que nos seguiam vieram me perguntar o que a gente estava comendo, que vinho era aquele, quanto custava, quem estava pagando. Ali eu vi que esse preconceito se estendia também à equipe do presidente eleito. Na verdade, era dirigido não às pessoas físicas, mas ao PT, o Partido dos Trabalhadores, que ousou chegar ao poder neste país de uma elite ainda fortemente escravocrata, dividido entre quem manda e quem obedece, como bem sabe o general Pazuello. Na campanha deste ano, as coisas mudaram um pouco. Notei que, à medida em que a eleição se aproximava, Lula contou com uma cobertura mais simpática de setores importantes da imprensa, até porque, a terceira via não deu certo e o único adversário que sobrou era simplesmente indefensável. Vimos nas redes sociais, certamente publicado por bolsonaristas, um vídeo mostrando como a redação da Globo vibrou com a vitória de Lula na noite de 30 de outubro. A imprensa em geral, principalmente no exterior, recebeu o resultado com um misto de alívio e satisfação por ter evitado o pior. Mas essa lua de mel durou muito pouco, não chegou nem até a posse. Como se tivesse um comando unificado, a mídia brasileira inteira caiu matando num discurso que Lula fez na semana passada, ao priorizar a responsabilidade social sobre a responsabilidade fiscal, para atender às emergências da miséria e da fome, um drama que ele conhece bem de perto, e o fez chorar. Não havia nada de novo no discurso. Desde a sua primeira campanha, o presidente eleito sempre disse que o mais importante era garantir três refeições por dia a todos os brasileiros, algo que foi alcançado nos seus dois mandatos. Vinte anos depois da primeira posse e às vésperas da terceira, o Brasil tinha voltado ao Mapa da Fome. A questão nem é ideológica, política, econômica. Esta relação neurótica da mídia com Lula, entre o amor e o ódio, vem desde que ele deixou de ser mero líder do novo sindicalismo para criar um partido político de baixo para cima, e se tornar a maior liderança popular do país em todos os tempos. O dólar subiu, a Bolsa caiu, foi um fuzuê danado no “mercado” nervoso, que simplesmente não se conforma com o relevo que Lula conquistou na cena política mundial, como estamos vendo agora mesmo na sua viagem ao Egito para participar da COP-27. É uma questão de classe social. Será que esse tal de Lula não se enxerga? Quem ele pensa que é? Nunca será do nosso clube. Como é que um pau-de-arara, sobrevivente dos sertões nordestinos, e ainda por cima operário, que perdeu um dedo trabalhando no torno de uma metalúrgica, sem ter diploma universitário e sem saber falar inglês, se atreveu a furar a fila dos nobres brasileiros do andar de cima, militares e civis, que ocuparam a Presidência desde a Proclamação da República, festejada neste 15 de novembro? Dois dias depois de recepcionar a Janja, mulher de Lula, numa entrevista amistosa no Fantástico, o braço impresso do império global fez um editorial criticando a proeminência que ela assumiu na campanha do marido. A mídia invocou até com a blusa que Janja usou na entrevista, que custou mais de R$ 2 mil, vejam só, que absurdo!, logo a mulher de Lula, o ex-metalúrgico. Para completar, Lula viajou ao Egito de carona no avião particular de um empresário amigo enrolado com a Justiça, um assunto que ganhou mais espaço no noticiário do que as propostas do presidente eleito para trazer o país de volta ao protagonismo na discussão do clima. Queriam que ele viajasse num avião de carreira, para ser hostilizado pelos fanáticos bolsonaristas em transe patriótico após a derrota, que atacaram os ministros do Supremo Tribunal Federal em plena Nova York? Assim voltamos ao início dessa história: de quem é o avião, quem pagou? Pois é, se Lula tivesse um jatinho particular como João Doria e tantos outros políticos, não haveria esse problema. No Brasil, só tem avião executivo quem manda, quem tem pedigree e muita grana, não quem obedece. Por nunca obedecer, não nomear quem o mercado quer e não manter o teto de gastos que nem existe mais, Lula vai continuar apanhando sempre, estando certo ou errado. Quem manda ninguém do PT ter um jatinho para oferecer a Lula? Eles não roubaram tanto, a maior corrupção mundial, segundo o probo juiz Sergio Moro, e suas viúvas na grande imprensa? Vida que segue.

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As mais difíceis decisões do Lula

Por Simão Zygband   Todos nós que votamos no Luiz Inácio Lula da Silva admiramos sua coragem de se dispor a enfrentar, como a nossa maior liderança, os mais complexos desafios que a história recente do Brasil tem nos imposto. É muito claro para os mais de 60 milhões de eleitores que Lula representava naquele momento o melhor (e talvez o único nome) para derrotar os nazifascistas que a mentira, a armação e o golpismo colocaram no poder através dos mais diferentes ardis que envolveram muitos atores da classe política, do Judiciário, da mídia hegemônica e de beneficiários do sistema desigual. Boa parte deles recapitulou, é verdade, e entendeu o perigo que seria empoderar por mais quatro anos o governo de extrema-direita e se uniu à chamada Frente Ampla. Ela reuniu em torno de Lula nada menos que 10 legendas partidárias diversas, que não mais conseguiam suportar os desmandos bolsonaristas. O primeiro passo, há de se reconhecer, foi a vigorosa adesão do ex-governador Geraldo Alckmin como vice na chapa presidencial. Outros nomes como Marina Silva, Simone Tebet, José Luiz Penna, André Janones, Cristovam Buarque, entre outros, deram capilaridade ao bloco. Lula e seus novos (e tradicionais) aliados cumpriram uma tarefa heróica e titânica. Foi literalmente a vitória de David contra o “gigante” Golias, o do “tostão” contra o “milhão”. Além de utilizar verbas do Orçamento Secreto, do derrame de recursos públicos liberados às vésperas das eleições através do Auxílio Brasil, regalos para taxistas e caminhoneiros, gastos milionários no cartão corporativo e a redução forçada nos preços dos combustíveis, com assalto ao ICMS dos estados (o que pode ter ocasionado um rombo de R$ 400 bilhões no Orçamento), o extremista recebeu mais de 88 milhões em doações privadas contra (pasmem) R$ 5,7 milhões de Luiz Inácio. Tudo isso engrandeceu a já maiúscula vitória do ex-presidente. COP 27 Lula é, sem dúvida, a maior personalidade atual da América Latina e as circunstância em que impingiu uma retumbante derrota a seu adversário, depois de ter passado 580 dias em uma prisão arbitrária e ilegal, fruto da mais intensa perseguição política que se tem notícia no Brasil (digna de filme, tal a odisseia) já seria motivo para admira-lo ainda mais. Entretanto, até o mais incauto observador político sabia desde o início que uma coisa era ganhar e a outra, garantir a posse e governar. Lula bem sabe disso. Aproveitou sua ida à COP 27 no Egito para se distanciar da ebulição política do país pós-eleitoral (sobretudo por que os derrotados não admitem a derrota) e juntamente com sua companheira Rosângela da Silva (Janja) pode colocar a cabeça no travesseiro e elaborar, como excelente estrategista que é, tão complexa tarefa de desenhar o futuro governo com um ministério que lhe seja fiel e ao mesmo tempo contemple tantos interesses de partidos tão diversos. Lula logicamente ajudou Alckmin a construir o chamado Governo de Transição, a quem destinou a Coordenação Geral. São cinco Coordenadorias, um Conselho Político com 12 nomes e 28 Grupos Técnicos composto com os mais renomados nomes das diferentes áreas e de todos os espectros políticos que compuseram a Frente Ampla. O presidente eleito garante que não necessariamente se tornará ministro aquele que participar desta etapa do processo. Mas, logicamente, está formulando em sua cabeça  entre todos estes aqueles que formarão o seu futuro ministério, o núcleo duro de seu governo, esta sim a mais importante decisão. Todos confiam plenamente na capacidade de Lula em escolher os melhores nomes, elaborar um desenho político equilibrado, com poucos ruídos, para gerir os destinos da nação nos próximos 4 anos.              

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Novos nomes que integram o governo de transição do Lula

Do site do PT   Gabinete de Transição Governamental é coordenado por Geraldo Alckmin e tem Conselho Político e Grupos Técnicos divididos por temas Integrantes da equipe de transição em visita ao CCBB, em Brasília, onde funciona o Gabinete (foto: Lula Marques)   O Gabinete de Transição Governamental tem a missão de ajudar o presidente Lula a planejar seu próximo governo e tem como coordenador-geral o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Além disso, conta com outros quatro coordenadores com funções específicas, um Conselho Político e diversos Grupos Técnicos, geridos de forma colegiada. Veja abaixo os nomes que compõem o gabinete (a matéria será atualizada à medida em que cada grupo técnico for confirmado). Estrutura do Gabinete de Transição Governamental: Coordenação-Geral: Geraldo Alckmin Coordenação Executiva: Floriano Pesaro Coordenação de Articulação Política: Gleisi Hoffmann Coordenação dos Grupos Técnicos: Aloizio Mercadante Coordenação de Organização da Posse: Janja da Silva Conselho Político de Transição Governamental: 1. Antônio Brito (PSD) 2. Carlos Siqueira (PSB) 3. Daniel Tourinho (AGIR) 4. Felipe Espirito Santo (PROS) 5. Gleisi Hoffmann (PT) 6. Guilherme Ítalo (Avante) 7. Jefferson Coriteac (SD) 8. José Luiz Penna (PV) 9. Juliano Medeiros (PSOL) 10. Luciana Santos (PCdoB) 11. Wesley Diógenes (REDE) 12. Wolney Queiroz (PDT) Grupos Técnicos do Gabinete de Transição:   1. Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Carlos Favaro, agropecuarista e político brasileiro, Senador pelo estado de Mato Grosso. – Evandro Gussi – doutor em Direito do Estado. Ex-deputado federal pelo Estado de SP. É presidente e CEO da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). – Joe Valle – engenheiro florestal, empresário. Ex-deputado do Distrito Federal. – Katia Abreu – empresária, pecuarista. Foi a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o segundo governo da ex-presidente Dilma Rousseff. É senadora pelo Tocantins. – Luiz Carlos Guedes – doutor em engenharia agrônoma, foi ministro da Agricultura no governo Lula. – Neri Gueller – produtor rural, empresário. Foi ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Deputado federal de Mato Grosso – Silvio Crestana – professor, físico e pesquisador brasileiro. Foi diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária durante o governo Lula. – Tatiana Deane de Abreu Sá – doutora em Biologia Vegetal. Foi diretora-executiva da EMBRAPA de 2005 a 2011. 2. Assistência social  – André Quintão, deputado estadual pelo PT em Minas Gerais. – Márcia Lopes, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Dilma Rousseff. – Tereza Campello, economista e ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Dilma Rousseff. – Simone Tebet, senadora de Mato Grosso do Sul pelo MDB. 3. Cidades  – Ermínia Maricato, arquiteta e urbanista. – Evanise Lopes Rodrigues, mestra em Urbanismo e ex-chefe de Gabinete da Secretaria de Programas Urbanos do Ministério das Cidades. – Maria Fernanda Ramos Coelho, ex-presidente da Caixa e membro do Consórcio Nordeste. – Inês Magalhães, ex-ministra das Cidades. – Geraldo Magela, ex-deputado Federal, Distrital e ex-secretário de Habitação do DF. – Guilherme Boulos, deputado Federal eleito por São Paulo. – José Di Filippi, prefeito de Diadema (SP). – Márcio França, ex-governador de São Paulo. – Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói. – João Campos, prefeito do Recife (PE). – Nabil Bonduki, urbanista e professor da FAU-USP. 4. Ciência, Tecnologia e Inovação – Alexandre Navarro: Vice-Presidente da Fundação João Mangabeira e membro da Câmara de Mediação e Arbitragem da Fundação Getúlio Vargas – FGV. – André Leandro Magalhães – mestre em Engenharia Aeronáutica. Ex-presidente da DataPrev e da Frente Parlamentar da Ciência e Tecnologia. – Celso Pansera: Ex-Deputado Federal do PT no Rio de Janeiro. Foi Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação no governo Dilma. – Glaucius Oliva: cientista, ex-Reitor da USP. Ex-presidente do CNPQ. – Ildeo de Castro Moreira – professor-doutor do departamento de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ex-Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC. – Ima Viera: doutora em Ecologia pela University of Stirling, Escócia. É pesquisadora titular do Museu Paraense Emilio Goeldi. – Iraneide Soares da Silva – Doutora em História Social. Professora da Universidade Estadual do Piauí e pesquisadora. – Leone Andrade: diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, complexo tecnológico localizado no Polo de Camaçari que é essencial para a estratégia de desenvolvimento da indústria baiana e nacional. – Luis Manuel Rebelo Fernandes: doutor em Ciência Política, professor da PUC/RJ e UFRJ. Ex-Presidente da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. – Luiz Antônio Elias: Ex-Secretário-Executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia durante o Governo Lula – Ricardo Galvão: Doutor em Física. Professor titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Membro da Academia Brasileira de Ciências. Foi diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) – Sérgio Machado Rezende: doutor em Física, ex-Ministro da Ciência e Tecnologia do Governo Lula. Foi presidente da FINEP e Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente em Pernambuco. 4. Comunicação Social – André Janones – Advogado, influenciador digital. Deputado federal por Minas Gerais desde 2019, reeleito em 2022. – Antônia Pelegrino – Mestra em Letras, roteirista e produtora premiada pela Academia Brasileira de Letras e Academia do Cinema Brasileiro. – Flávio Silva Gonçalves – Mestre em Políticas de Comunicação. Diretor-geral do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia. Já trabalhou no gabinete da diretoria-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). – Florestam Fernandes Junior – jornalista, comentarista e articulista. Passou pelas principais redações e emissoras do país. – Helena Chagas – Jornalista. Foi ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República do Brasil durante o governo Dilma Rousseff. – Hélio Doyle – jornalista, consultor em comunicação e política e professor aposentado da Universidade de Brasília. Foi secretário de governo, de articulação institucional e da Casa Civil em três governos do DF. – Joao Brant – doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Regulação e Políticas de Comunicação pela London School of Economics. Foi Secretário Executivo do Ministério da Cultura no governo Dilma Rousseff. – Laurindo Leal Filho (Lalo) – doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade

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