Construir Resistência

4 de novembro de 2022

Bolsonaristas ameaçam Simone Tebet e ministro Barroso

Da Redação   Apoiadora do presidente eleito Lula (PT), a senadora Simone Tebet (MDB/MS) solicitou ao senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, reforço de segurança e escolta da Polícia Legislativa após receber ameaças de morte. Tebet disputou a Presidência da República nas eleições deste ano. No primeiro turno, em 2 de outubro, ela ficou na terceira posição, com 4,16% dos votos válidos. Lula, com 48,43%, e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), com 43,20%, disputaram o segundo turno. Tebet se aliou a Lula no segundo turno. Em votação realizada no último domingo (30), o petista venceu com 50,9%, contra 49,1% do candidato à reeleição. Com isso, Lula governará o Brasil de 2023 a 2026. “Depois de entrar de cabeça na campanha de Lula, a senadora Simone Tebet passou a ser alvo de ataques raivosos de bolsonaristas, principalmente pelas redes sociais”, diz trecho da matéria da Veja. Barroso hostilizado O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso precisou interromper o jantar e ser escoltado na noite de quinta-feira (3) em Porto Belo, no Litoral Norte catarinense, ao ser hostilizado por bolsonaristas. O grupo fez a manifestação na cidade após ser dispersado de bloqueios nas rodovias. Em nota emitida nesta sexta-feira (4), o gabinete de Barroso disse que a “manifestação ameaçava fugir ao controle e tornar-se violenta”. A Polícia Militar foi acionada para garantir a segurança do ministro até ele chegar na hospedagem. Barroso jantava com amigos em um restaurante no bairro Perequê quando, segundo a nota, pessoas que participavam de bloqueios de estradas iniciaram um protesto do lado de fora do estabelecimento após serem dispersadas das rodovias pelas autoridades. Em meio ao ato, gritavam “Supremo é o Povo”, frase rotineiramente usada nos protestos bolsonaristas. Para evitar transtornos, Barroso deixou o local. A nota da do gabinete do ministro ressaltou ainda que o ato ocorreu de forma “pacífica e ordeira”. Confira na íntegra: O ministro Luís Roberto Barroso estava em Porto Belo, Santa Catarina, na última quinta-feira (3) para compromisso pessoal. Quando jantava com amigos em um restaurante, pessoas que participavam de bloqueios de estradas e que foram dispersadas iniciaram um protesto do lado de fora, e o ministro preferiu retirar-se para não causar transtornos aos demais clientes do local. Ao retornar para a casa onde estava hospedado, a equipe de segurança detectou que um grupo identificara o lugar onde ficaria o ministro e começou a convocar outras pessoas para o local, fazendo ruído perturbador para toda a vizinhança e paralisando a circulação nas ruas adjacentes. A manifestação ameaçava fugir ao controle e tornar-se violenta, tendo a segurança aventado o uso de força policial para dispersar a aglomeração. Diante disso, o ministro, em respeito à vizinhança e para evitar confronto entre polícia e manifestantes, retirou-se do local. O ministro sequer chegou a ver os manifestantes e não houve proximidade física ou agressão. Tampouco houve qualquer registro de dano patrimonial nos locais, que seja de conhecimento do ministro. A democracia comporta manifestações pacíficas de inconformismo, mas impõe a todos os cidadãos o respeito ao resultado das urnas. O desrespeito às instituições e às pessoas, assim como as ameaças de violência, não fazem bem a nenhuma causa e atrasam o país, que precisa de ordem e paz para progredir.

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Bozo deixa país quebrado; rombo é de r$ 400 bilhões

Da Redação  “Não tem recurso pro Bolsa Família, não tem recurso pra Farmácia Popular, não tem recurso pra nada. Tais recursos não foram incluídos por Bolsonaro no seu plano de orçamento para 2023. Significa: tudo que Bolsonaro prometeu na campanha que iria fazer ERA MENTIRA! Ele não pretendia fazer nada disso, o que hoje é PROVADO. Caso ele se reelegesse, e o povo fosse pras ruas reclamar, ele mandava meter bala geral, já que sua única especialidade é matar. Triste ver tantas pessoas, muitas com evidentes problemas psíquicos, seguirem o comando de Dudu Bolsonaro, das fake news, de pastores indignos e irem às ruas defender o indefensável: a miséria, a morte, a fome, as torturas. Pois eram esses os únicos projetos para um eventual próximo mandato de Bolsonaro”. Hildegard Angel – jornalista   Meirelles Na entrevista que concedeu a GloboNews, o ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, foi questionado sobre a situação fiscal que o governo Bolsonaro deixará para a gestão Lula, que se iniciará em 2023.Segundo Meirelles, o prejuízo será quase três vezes maior do que o estimado pelo atual governo. “Na minha avaliação, o tamanho do buraco deixado é mais próximo de R$400 bilhões, estimado por entidades independentes, do que dos R$ 150 bi que o governo está falando”  

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Gleisi coloca o general Mourão em seu devido lugar: “onde estava ele durante a farra do orçamento secreto?”

Por Simão Zygband A presidenta nacional do PT, a deputada federal reeleita Gleisi Hoffmann, que participa da equipe de transição, deu um chega para lá e colocou sem seu devido lugar o vice-presidente da República, o derrotado Hamilton Mourão que criticou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, planejada pela equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o general, o plano econômico de Lula visa fazer “um estupro no Orçamento de R$ 200 bilhões”. “A Declaração de Mourão é no mínimo desonesta. Nem bem acabamos de iniciar a transição e estamos negociando a pauta que interessa ao povo trabalhador”, postou a presidenta petista. “Onde ele estava durante a farra do orçamento secreto e uso perdulário e ilegal da máquina pública nas eleições?”, questionou Gleisi Hoffmann. Com sintomas de que também não assimilou bem a derrota, que colocará fim à mamata dos militares que existe no governo do genocida, Mourão demonstra o despeito que os bolsonaristas têm com a vitória incontestável do ex e agora futuro presidente. “Agora, ele (Lula) tem um pepinaço para descascar, não é? Governar o Brasil não é uma coisa simples. Já estou vendo aí que estão fazendo um movimento no Congresso para fazer um estupro no Orçamento de R$ 200 bilhões. É um problemão que ele tem pela frente”, declarou o boquirroto militar, em entrevista à Rádio Gaúcha. A equipe de transição de governo, coordenada pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), e o relator-geral do Orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI), anunciaram, ontem, que vão preparar uma PEC para excluir do teto de gastos demandas estratégicas do Orçamento, como o Auxílio Brasil, reajuste do salário mínimo acima da inflação e despesas com saúde. Ainda não está definido o valor total de gastos extras, mas apenas para garantir o Auxílio Brasil de R$ 600 serão necessários R$ 70 bilhões a mais do que já está definido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviada ao Congresso pelo governo de Jair Bolsonaro (PL). O atual presidente, porém, prometeu a manutenção do benefício durante toda a campanha eleitoral. Mourão fez crítica na mesma linha em postagem no Twitter. “O futuro governo do Lula está negociando com o Congresso um rombo de 200 bilhões no orçamento de 2023, ou seja, zero compromisso com o equilíbrio fiscal”, escreveu. “O resultado será aumento da dívida, inflação e desvalorização do real. Onde estão os críticos???” O Brasil disse não nas urnas à Bolsonaro, Mourão e toda esta escumalha.

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