Construir Resistência

30 de setembro de 2022

Tem desenhista de gibi na eleição do Lula

Da Revista Pirralha Por iniciativa de um grupo de quadrinhistas foi criado o Comitê Quadrinhos com Lula que, por sua vez, elaborou um documento com dados e propostas para o setor que foi entregue para o senador Humberto Costa e ao ex-governador do Ceará e candidato ao Senado, Camilo Santana em 29 de setembro, sendo que eles se comprometeram  fazer o documento chegar às mãos do presidente Lula. O documento, escrito à várias mãos, aborda o mercado dos quadrinhos, sua participação na economia criativa, na Educação, aborda as Gibitecas e Bibliotecas e avalia o papel que o Estado pode assumir em apoio ao setor. As Histórias em Quadrinhos fazem parte da história do Brasil. Ajudaram a espalhar as ideias abolicionistas e republicanas através de Angelo Agostini, participaram da resistência à ditadura com Henfil e Laerte, alcançaram os quatro cantos do país com Mauricio de Sousa e Ziraldo e encantam o mundo com Marcelo Quintanilha e Marcelo D ́Salete.” (trecho constante da introdução do manifesto) Utilizando a internet os proponentes iniciais do manifesto, Fábio Paiva, André Queiroz e Rogério de Campos, fizeram o documento circular pelas redes sociais e conseguiram a adesão de 252 assinantes de várias regiões do país. A ideia de entregar o documento a mais de um portador foi uma estratégia para fazê-lo chegar o mais rápido possível à organização da campanha do candidato, esclarece Fábio Paiva, que é professor na Universidade Federal de Pernambuco. No manifesto os signatários declaram apoio, demonstram confiança na vitória do candidato Lula e solicitam que as  13 propostas apresentadas pela categoria sejam apreciadas no futuro governo do petista. Baixe o PDF do manifesto AQUI    

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O festival de horrores da Globo

Por Simão Zygband   O triste espetáculo protagonizado pela Rede Globo no debate dos presidenciáveis realizado na noite de quinta-feira (30) evidentemente não teve vencedores. A começar pelo péssimo horário definido para iniciar qualquer programa que se destine à maioria dos trabalhadores. Milhões deles não o puderam assistir, pelo adiantado das horas. Vou logo ao que interessa. O líder das pesquisas de intenção de votos nas eleições de domingo (2), Luiz Inácio Lula da Silva, não saiu chamuscado do debate e ele certamente não deverá alterar o quadro já definido há mais de um ano. Dificilmente haverá uma surpresa de última hora e é mais provável que o pleito se encerre mesmo no próximo domingo. A conferir. Mas vou pela linha de raciocínio do médico Nelson Nisembaum, de São Paulo, que acredita que a Rede Globo, protagonizando um debate de tão baixo nível, “está colhendo o que plantou”. A emissora é, sem dúvida, um dos pais do bebê-diabo, o genocida Bolsonaro, que traduz tudo o que há de pior que existe em nosso país: ligação comprovada com as milícias cariocas, com esquadrões de morte, com o terror implantado nas comunidades, que vivenciam a guerra pelo tráfico de drogas, armas, prostituição e extorsão. Todos estes vergonhosos crimes são  camuflados com uma roupagem de militar, evangélica, de defesa da Tradição, de Deus, da Pátria e da Família pelos desgovernantes do país. O clã Bolsonaro lembra aquele preso encarcerado em um presídio, respondendo pelos crimes de homicídio, estupro e latrocínio, que decide colocar uma bíblia debaixo do braço, falando em nome de Jesus, e que acredita que engana os trouxas de que se transformou em um novo homem e que tudo o que cometeu está plenamente quites com a Justiça dos Homens e Divina. O tal “padre” Kelmon, que substitui o presidiário Roberto Jefferson pela legenda do PTB (pois teve sua candidatura impugnada pelo TSE), nem deveria participar do debate. Fez o papel de servir aos mafiosos no anseio de tentar quebrar a hegemonia de Lula nas pesquisas. No debate, conseguiu tirar o ex-presidente do sério, mas não o suficiente para retirar-lhe votos, como lhe determinou o seu chefe, Jair Bolsonaro. O debate é o fruto podre plantado pela Rede Globo no Brasil, que pariu Jair Bolsonaro, um elemento tão nocivo à saúde nacional, a ponto de causar asco até nas meninas do agronegócio, as senadoras Simone Tebet e Soraya Thronicke, esta última até reconhecendo que cobrou umas “boquinhas” do  desgoverno do genocida miliciano. Para quem não sabe, Tebet votou favorável a todas as leis que liberam a utilização de agrotóxicos e também pela flexibilização da legislação que preserva as áreas indígenas na Amazônia. Ciro Gomes, então, não merece comentários. Que morte politica encomendou para si mesmo. Deverá ser derrotado até no seu estado, o Ceará. Deveria tirar férias não em Paris, mas quem sabe na Ucrânia. Confesso que, pela primeira vez em debates presidenciais, não consegui ver até o fim. Triste país que Lula herdará Terá muito trabalho pela frente. Vamos lutar para elegê-lo já no domingo.   Algumas opiniões sensatas:   O exorcista O padre e o exorcista. Quem é pior ? Tá de brincadeira. Que nível. Triste país o nosso – Fátima Fazan, jornalista Zorra total A Globo acaba de trazer de volta o Zorra Total com o debate de hoje. Padre Kelmon e Ciro Gomes vieram para o programa direto da Praça é Nossa. O padre é um personagem de Lost que se extraviou na trigésima primeira temporada. É o pior debate desde o Império Otomano. Moisés Mendes . jornalista   Carência A carência da criatura mais odiada do planeta: “o agro negócio me ama” (…) “todos do campo me amam” (…) “sou o homem deles” Sandra Barsotti, atriz, sobre Bolsonaro   Cueca Soraya: Padre, queria perguntar… Que cueca é essa na sua cabeça? Virginia Finzetto, jornalista   Colheita Globo colhendo o que plantou. Nelson Nisembaum, médico   Mágoa O Ciro parece aquele cara que não superou a separação. Cheio de mágoa #supera Elisangela Farias-Silva, educadora    

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