Construir Resistência

15 de setembro de 2022

Comitê dos Comitês Populares de Luta do Rio de Janeiro dá exemplo de solidariedade, agregação e organização

Do Comitê dos Comitês Populares de Luta do Rio de Janeiro   No último 13 de setembro, o Comitê dos Comitês Populares de Luta do Rio de Janeiro comemorou os 60 dias do seu lançamento com um baita bandeiraço no Centro do Rio. A ação tomou conta dos espaços entre Candelária e Cinelândia, colorindo de garra, alegria e luta toda a Avenida Rio Branco. Este foi mais um ato organizado pelos Comitês Populares de Luta nos últimos 60 dias, mas antes disso mais de 200 organizações semelhantes já lutavam nas ruas, praças e casas em todo o estado rumo à volta de um Brasil mais justo, mais solidário, e mais social, economicamente falando. Da inauguração do Comitê, na Visconde de Inhaúma, número 115, no Centro do Rio, com casa lotada, partimos para a agregação organizacional dos Comitês espalhados por todo o Estado. A sede se transformou num ponto de distribuição de material e de troca de ideias, sugestões e de divulgação dos atos dos Comitês que duplicaram seu número nestes dois meses. Sim, somos hoje mais de 400 organizações populares. No Brasil já beiramos os cinco mil comitês e no exterior são cerca de 100. A proliferação de Comitês se deu com o crescimento da Campanha #LulaPresidente13 #Freixo40 #AndreSenador133. Foram vários debates na sede da Visconde de Inhaúma, bandeiraços, distribuição de banquinhas por todo o Centro do Rio, apoio, divulgação dos Comitês espalhados pelo Estado, cadastramento, distribuição de material de campanha e reuniões de organização e comunicação. O Comitê dos Comitês Populares de Luta do Rio se inventou alguma roda foi a roda da solidariedade, da organização dos Comitês que já existiam e dos que passaram a existir nestes mais de 60 dias. A casa está aberta para todos e todas, mas o fator principal é o incentivo para que passemos pela sede e sigamos nas ruas com muita luta, muita fé, muita garra pela vitória no primeiro turno de #LulaPresidente13, pelas vitórias de #Freixo40 e #AndreSenador133. Parafraseando o eterno Cazuza, “estamos todos juntos, por um triz para o Brasil voltar a ser feliz!”  

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Genocida sente o gosto da derrota e quer punir os pobres com corte na Farmácia Popular

Por Simão Zygband O absurdo corte de 60% dos recursos do Orçamento de 2023 para remédios da Farmácia Popular vai suprimir R$ 1,2 bi do programa que distribui gratuitamente medicamentos de uso contínuo, que vão desde fraldas geriátricas, absorventes a medicação para diabetes e pressão. O genocida Bolsonaro diz tardiamente que vai rever a decisão.     Já virtualmente derrotado nas urnas (como indicam todas as pesquisas), o genocida que governa o país tomou uma decisão para punir exatamente aqueles que vão enxotá-lo e colocar fim a quatro longíncuos anos de desgoverno da extrema direita: os mais pobres, usuários diretos do programa Farmácia Popular, criado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Claro que esta decisão estapafúrdia causou alvoroço nas bases governistas, cujo impacto não apenas ceifa as limitadas chances de vitória de Bolsonaro (que luta titanicamente para ver se consegue chegar ao segundo turno), como também faz um stricke nas chances de eleição de uma bancada mais robusta nas fileiras da direita e extrema direita. Bolsonaro fez que não era com ele e sugeriu que os ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Marcelo Queiroga, respectivamente, revertam os cortes feitos no orçamento do programa Farmácia Popular para o próximo ano. Mas o estrago já estava feito. As informações dão conta de que os recursos para os medicamentos gratuitos caíram de R$ 2,04 bilhões, no Orçamento de 2022, para R$ 804 milhões, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2023, enviado ao Congresso no fim de agosto. O dinheiro, segundo a CUT Brasil, foi cortado do programa popular para ser desviado para as chamadas “emendas de relator”. “Orçamento secreto comandado pelo presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), com apoio de Bolsonaro vai “comer” R$ 1,2 bi do programa Farmácia Popular que distribui gratuitamente remédios“. É como Lula disse no debate: Bolsonaro é um bobo da corte que não manda mais nada e é refém do chamado Centrão. Os deputados governistas fazem a festa com o dinheiro público e o genocida não apita mais nada. O corte representa R$ 1,2 bilhão a menos e vai de fraldas geriátricas a remédios para todo tipo de doença atendida pelo programa, como os medicamentos de controle de pressão alta, diabetes e asma. Significa dizer que, o corte, vai prejudicar mais de 20 milhões de usuários(as). A repercussão negativa deixou os coordenadores da campanha eleitoral de Bolsonaro em pânico a ponto de deputados federais e senadores bolsonaristas estarem atuando, dentro do Congresso Nacional, às pressas, para reverter o impacto da decisão. Chega de bolsonarismo. Lula Já!          

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O dia em que Bolsonaro misógino beijou a lona

Por Jorge Antonio Barros Compartilhado do Quarentena News     Preocupado com perder a eleição no 1º turno, o presidente Jair Bolsonaro começa a rever sua estratégia para abandonar a bolha verde e amarela: está vestindo a capa da humildade, pedindo desculpas por eventuais erros e entregando a eleição “nas mãos de Deus”. Não se enganem. Bolsonaro é um lobo em pele de cordeiro. Dentro da mudança de estratégia da campanha bolsonarista, Eduardo Bolsonaro, o 02, pediu desculpas pelo que aprontou o deputado estadual Douglas Garcia, bolsonarista de carteirinha, que apenas seguiu o exemplo do líder e pai de Eduardo, insultando a jornalista Vera Magalhães. Após o debate dos candidatos ao governo do Estado de São Paulo, nos estúdios da TV Cultura, Garcia, do Republicanos, interpelou Vera e começou a insultá-la, celular em punho. O episódio foi tão nefasto que o diretor de jornalismo da TV Cultura, Leão Serva – um senhor educadíssimo e magrinho, que mediara o debate na maior polidez – não resistiu e avançou no celular do deputado, isolando-o a muitos metros de distância. Serva, na pele de um leão, foi ovacionado por meio de mensagens nas redes sociais. Credenciado na comitiva do candidato bolsonarista Tarcísio de Freitas, ao governo de São Paulo, o deputado Douglas Garcia simplesmente usou a “senha” dada pelo presidente Bolsonaro, que fizera um papelão no debate das eleições presidenciais na Bandeirantes, há dois domingos: “Vera, você é uma vergonha do jornalismo brasileiro”. A frase ecoou pelas redes sociais, num linchamento moral da jornalista, que é apresentadora do Roda Viva, um dos maiores programas de entrevistas da TV brasileira. O assédio moral não parou por ali. Nos festejos do Bicentenário da Independência, no Rio, um guindaste levou um banner com a foto de Vera Magalhães e a reprodução da frase do presidente. Até o candidato bolsonarista, Tarcísio de Freitas – que aliás perdeu no debate, para Haddad — pediu desculpas a Vera Magalhães, mas foi pego na mentira ao dizer que não conhecia o agressor. Logo, apareceu nas redes uma foto de Douglas Garcia tendo a cabeça afagada por Tarcísio. Além disso, a própria Vera mostrou a credencial de Garcia, comprovando que ele fazia parte da claque de Tarcísio. O partido Republicanos, ao qual pertence Garcia, já manifestou discordar da atitude do deputado, mas com certeza não vai sair da base bolsonarista. O deputado agressor, Douglas Garcia, conquistou seus 15 minutos de fama, em busca de atenção à candidatura dele à Câmara dos Deputados. Só que tudo indica que será cassado (já há oito pedidos na Comissão de Ética da Assembleia de São Paulo). O MP já pediu abertura de processo criminal e o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, já pediu providências ao MP Eleitoral. Garcia não vai ter qualquer apoio de seu líder, Bolsonaro, e terá que sair pela porta dos fundos. Esperamos que o TSE impugne mais essa candidatura. #bolsonaro #bolsonarismo   FOTO O deputado Douglas Garcia, separado de Vera Magalhães por um segurança armário duplex, nos estúdios da TV Cultura. Minutos depois, o diretor de jornalismo da Cultura, Leão Serva, zuniu com o celular do agressor

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