Construir Resistência

12 de novembro de 2021

Conselho luta para tirar nome de Bruno Covas do Parque Augusta

Do Conselho Gestor do Parque Augusta Na Inauguração do Parque Augusta, um ponto que ganhou repercussão midiática foi a fala do conselho gestor que, entre outras coisas, pontuava a discordância da população com o nome do parque vinculado ao do ex prefeito Bruno Covas. Em primeiro lugar, deixamos claro que respeitamos a trajetória do Bruno Covas enquanto político, administrador público e pessoa, e que não se trata de algo pessoal contra ele ou uma questão partidária. A discordância tem duas fontes: o afeto em torno do nome original e a falta de transparência nesta decisão. A luta pelo Parque remonta a duas décadas e, apesar de os ativistas nem sempre concordarem com os rumos ou finalidades da causa, o nome Parque Augusta sempre foi unanimidade. As pessoas sempre sonharam o Parque Augusta, ainda que seus sonhos fossem ligeiramente diferentes. O grande afeto em torno do nome e o seu apagamento em prol de uma política de ocasião ferem os anseios das milhares de pessoas que lutaram por este parque e pelo que ele simboliza. Ele só existe porque pessoas lutaram, portanto qualquer nome que não seja Parque Augusta perde a legitimidade. E, se fosse para fazer homenagem a alguém, há vários ativistas que já partiram que poderiam ser homenageados. Além disso, o próprio vereador @rodrigohgoulart (propositor da homenagem) conta que no dia seguinte ao falecimento do ex prefeito, redigiu o projeto de lei com a homenagem e o protocolou na mesma semana na Câmara. Quando a proposta foi divulgada na mídia, o Conselho Gestor do PA recebeu muitas reclamações e manifestações de pessoas descontentes. O Conselho então encaminhou um requerimento solicitando espaço em plenário da Câmara para debater a proposta, mas não teve retorno. Depois de muito custo, conseguiu uma reunião com o vereador e propôs uma consulta pública para o nome, ideia que também foi ignorada. Fica evidente que a Câmara e a Prefeitura não se interessam em ouvir e construir esta ideia com a população, pois sabem das grandes chances dela ser rejeitada ao não contar com respaldo popular. Por tudo isso, para nós a questão em torno do nome ainda não se esgotou e segue em disputa, pois seguimos reconhecendo apenas o nome “Parque Augusta”.  

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Eleição de 2022 “é a mais previsível da história recente”, diz presidente do Vox Populi

Construir Resistência recomenda uma leitura atenta da reportagem de Lucas Rocha, publicada na #RevistaFórum: Levantamento divulgado pelo Vox Populi mostra que Lula venceria eleição de 2022 no primeiro turno O economista Marcos Coimbra, presidente do Vox Populi, apontou que a eleição presidencial de 2022 é a mais previsível da história recente, em razão da ampla vantagem que o ex-presidente Lula apresenta nas pesquisas. Coimba comentou durante o Jornal da Fórum sobre levantamento do Vox Populi divulgado nesta quinta-feira (11) que mostra que Lula venceria no 1º turno com grande margem. “Em 2022 temos de um lado um estafermo como Bolsonaro e, do outro, uma liderança política [Lula] com esses atributos… Em condições normais de temperatura e pressão, é a eleição mais previsível de nossa história recente. Quer dizer que já resolveu? Não…”, afirmou o presidente do Vox Populi durante entrevista ao jornalista Luís Costa Pinto no Jornal da Fórum. Ao ser questionado pela jornalista Cynara Menezes sobre o possível impacto das fake news, Coimbra disse que não é possível prever como isso impactará e lembrou da pressão do Alto Comando Exército contra o STF para impedir a soltura de Lula em 2018. “Isso já não entra nas ‘condições normais de temperatura e pressão’… Sempre pode aparecer um general que mande um tuíte para o presidente do STF e ele ceda aos interesses dos miitares…”, apontou o presidente do Vox Populi. Marcos Coimbra rejeita “antipetismo” como explicação para a vitória de Bolsonaro em 2018 Durante a entrevista, Marcos Coimbra voltou a minimizar o impacto do chamado “antipetismo” nas eleições de 2018. “Nas pesquisas, os que dizem não gostar do PT somam algo como 20%. Tem uma parte da intelligentsia conservadora brasileira que gosta de explicar 2018 como se fosse decorrência de algo que o eleitor quis. O antipetismo seria um sentimento do eleitor e Bolsonaro teria ganho porque as pessoas não gostam do PT. Com isso, você se poupa de discutir intervenção militar, manipulação do judiciário, mídia altamente dirigida, mercado financeiro com Bolsonaro… O resultado das eleições de 2018 é uma confluência disso”, afirmou. Confira direto no portal em: https://revistaforum.com.br/politica/eleicao-de-2022-mais-previsivel-da-historia-recente-vox-populi/  

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