Construir Resistência

21 de outubro de 2021

A CPI vai acabar em impeachment, cadeia ou pizza?

Por Adriana do Amaral No Brasil atual, é um alento ver até onde chegaram as investigações da #CPIdaCovid. Ter sobrevivido para viver num país onde políticos de carteirinha, raposas velhas como Renan Calheiros, ocupam o papel de protagonista em investigações contra outros políticos e empresários. Um pouco estranho, mas real. Está tudo explicadinho num relatório de 1180 páginas. Ao longo dos meses nos revoltamos ao mesmo tempo que ficamos esperançosos com o andamento das investigações, que reverberaram em notícias e debates. Surpreendemos com os acintes à ética social e humana da civilização moderna, devido aos requintes de crueldade desvelados que remontam à antiguidade em algumas práticas denunciadas. Choramos e nos indignamos com os depoimentos. O presidente do Brasil gargalha na nossa cara. A gargalhada mortal. Nós, os brasileiros que não votamos nele ou se arrependeram no voto de confiança após uma gestão de horrores e acintes, esperamos, incrédulos, por um final que não apenas dê nomes aos bois, mas que a Justiça seja feita. Afinal, a CPI identificou nove crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro. Além de pedir o indiciamento dele, estende a recomendação para mais duas empresas e 65 pessoas. Pessoalmente, pretendo que todos paguem pelas suas ações, mas enfatizo que os maiores responsáveis pelo que está acontecendo nesse momento no país são os gestores públicos do Estado Brasileiro, que não souberam administrar ou usaram a #pandemia para encobrir e justifica os maus-feitos. Jair Bolsonaro e sua equipe de ministros. Os demais souberam lucrar com a política dos amigos, dos interesseiros e provaram a falta de caráter onde o lucro vale uma vida. Peço emprestado as ilustrações publicadas pela Deputada Estadual #IsaPenna (PSol-SP) no #Instagram para resumir o que foi revelado e denunciado pela CPI da Covid.  Afinal, desenhando a gente entende melhor, não é mesmo?      

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Em formato híbrido, São Paulo abre 45ª Mostra Internacional de Cinema

Por Redação da Rede Brasil Atual (RBA)   Maior e mais tradicional evento dedicado ao cinema na capital paulista traz um total de 264 obras de mais de 50 países, dos quais 129 serão exibidos em formato on-line Começa nesta quinta-feira (21) a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Em tempos de pandemia de covid-19, o mais tradicional evento dedicado à chamada sétima arte da capital paulista será realizado de forma híbrida, alternando exibições e debates presenciais, com outros on-line. Para comparecer, entretanto, será necessário apresentação de comprovante de vacinação, e apenas 50% do público será permitido. Com o avanço da vacinação, a direção da Mostra preferiu optar por esse modelo. Como em todas as edições anteriores, a deste ano apresenta uma seleção de filmes em que muitos já foram premiados em grandes festivais, como Cannes, Veneza e Berlim. É o caso de títulos como Annette, do diretor Leos Carax, que encantou cinéfilos com o já clássico cult Holy Motors (2012). Também é o caso de Um Heroi, do iraniano Asghar Farhadi, que carrega obras potentes do calibre de O Apartamento (2016) e A Separação (2012), que venceu o Oscar daquele ano de Melhor Filme Estrangeiro. Outros filmes muito esperados são Titane, da francesa Julia Ducournau, e Memória, do notável tailandês Apichatpong Weerasethakul, que também não entrarão no catálogo on-line. Pandemia em cena Para os “mostreiros” que não se sentem seguros para frequentar locais fechados e com pouca ventilação – “Tem que usar máscara no cinema mas pode tirar para comer pipoca”, criticou um internauta –, a Mostra também reserva boas opções. Pelo portal Mostra Play, a plataforma de streaming do festival, serão exibidos nada menos que 129 das 264 obras que compõem o roteiro desta edição. São curtas, médias e longas metragens de mais de 50 países. Entre eles, obras interessantes do cinema nacional, como A Felicidade das Coisas, da cineasta Thais Fujinaga, e Ziraldo: Uma obra que pede socorro, de Guga Dannemann. O cartunista Ziraldo, aliás, assina o pôster e a vinheta do evento deste ano. Clique aqui para conferir todos os títulos da Mostra que serão exibidos on-line e como garantir seu ingresso virtual para acompanhar as sessões.   Matéria originalmente publicada no link abaixo: https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2021/10/comeca-amanha-a-mostra-internacional-de-cinema-de-sao-paulo/   Em tempo: clique nos anúncios da página do Construir Resistência. Assim você estará contribuindo com a existência deste site que não tem dólares aqui no Brasil, o que dirá no exterior. E viva as Offshore.

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Carroça na pista. Carruagem no céu – parte 2

Por Tião Nicomedes Os primeiros seres em forma humana não surgiram no planeta #Terra. E foi com base neles que Adão foi feito na terra: “Façamos o homem à  nossa imagem e semelhança”. Esse diálogo não se deu entre Deus e Jesus Cristo, foi entre Deus e os Arcanjos. A semelhança de que trata a Bíblia, o Criador e os Arcanjos. Então, quando questionamos a existência de vida fora da terra, o termo alienígenas não cabe a extraterrestres. Cabe exatamente aos habitantes da terra. A humanidade já  existia antes da formação do mundo, quando a terra era ainda sem forma e vazia. Seres e divindades já viajavam pelo universo, só quem não tinham forma humana. Eram os anjos, que só conseguiam adquirir aparência humana quando vinham aqui. Entre os anjos e arcanjos… essa diferença… A revolta de Lúcifer, que era um ser de luz, mas queria parecer com os Arcanjos, que por sua vez se assemelhavam ao próprio Deus. Ele, portanto declarou guerra nos céus, donde o ser supremo governava. Ao perderem a batalha, Lúcifer e seus anjos aliados foram expulsos dos céus e lançados na terra. Portanto Adão, o primeiro ser feito aqui, rendeu obediência  à serpente, desobedecendo as instruções  do Criador. Se existe vidas fora da terra? Sim. O próprio Jesus sinalizou isso durante a sua passagem na terra: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”…. O que nós chamamos de Disco Voador ou #Ovinis, noutros tempos chamavam de Carruagem de Fogo. As naves ou espaçonaves há “existiam”. Tecnologias bem adiante das nossas, muitíssimo mais avançada. “De onde é que você tira essas coisas, carroceiro? ” -pergunta  o dono do ferro velho.   Ilustração: TiãoNicomedes   Sebastião Nicomedes de Oliveira é “poeta das ruas”. Autor da peça teatral Diário de um Carroceiro e do livro As Marvadas é artista popular. Ex-catador e ex-morador em situação de rua, integra o MIPR (Movimento Internacional de População em Situação de Rua).  

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Almoxarifado de Deus

Por Carlos Monteiro Reza a lenda, segundo #MonteiroLobato, que Deus ao criar o mundo, montou seu almoxarifado de belezas naturais no #RiodeJaneiro. À medida que o tempo foi passando, daqueles planejados e programados à gênese, o Criador abasteceu o planeta com mares, cachoeiras, montanhas, fauna e flora, tirados deste depósito de matéria-prima carioca. Chegado o dia do descanso, como contava o cronograma e, não tendo usado todo o estoque do “Armazém Natureza”, o Todo-Poderoso optou por deixá-lo residente na #CidadeMaravilhosa. Por cá ficaram a maior floresta urbana do Planeta, recheada de cachoeiras em véus, açudes remansados, lagos espelhados, córregos translúcidos, cavernas e grutas ecoantes e fontes perenes, além de grande parte da Arca de Noé da parte que cabia ao lado de cá do #Equador. Montanhas que, de qualquer ponto que se esteja, são avistadas; verdes, pujantes, imponentes e altivas em seus mergulhos nas lagoas, rios e praias. E, por falar nelas, as praias. Lindas, com areias peroladas, leves e suavemente tocadas por águas, que vão do azul-anil ao verde-jade. Banhadas pelo Sol, que doira à pele ao léu de todas as índias e índios vindos de estrelas coloridas-brilhantes. Exalam um cheiro de maresia todas as manhãs à preamar, baixa-mar e dom de amar. Os manguezais, gerando vida que brota de suas entranhas, as imensas lagoas, baías e restinga. A lista de acidentes geográficos é quase completa neste pedacinho de terra. Deus nos poupou dos vulcões ativos. Os extinguiu antes do advento Adão e Eva. Desde os tempos da criação, o Pai Celestial fez da cidade fac-símile do paraíso. Tudo perfeito, exuberante, abundante, completo com toques de opulência. Espelho narciso do esplendor. Fez do Rio a mais linda cidade do mundo – com Sol; também a segunda – com chuva, como sempre referenda #RuyCastro. O Rio é lindo de qualquer maneira, para qualquer olhar, visto de qualquer lugar, mesmo quando purga, e como tem purgado, suas belezas permanecem quase à flor da pele. Há sempre o florescer da vitória-régia nos lagos do Jardim Botânico, das bromélias do Parque da Pedra Branca, das orquídeas selvagens das encostas do Pão de Açúcar ou das flores-de-cactos da Pedra do Arpoador. Por mais que tentem, e como tentam destruir o paraíso terrestre que é o Rio de Janeiro, jamais conseguiram e jamais conseguirão. O Rio é criação divina, cuidado pelo seu Arquiteto do Universo. Mesmo que falsos profetas tentem se apropriar deste depósito de essência natural, têm suas intenções cortadas pela raiz. Não perduram. Desconfio, que vez por outra, o Onipotente vem por cá pegar uma peça de reposição para outras terras, outros mares. Meus Deus, que cidade mais linda!   Carlos Monteiro é jornalista e fotógrafo

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cinemateca

Vitória: Sociedade Amigos da Cinemateca vai gerir a instituição

Da Redação   Saiu na última segunda-feira, 18, no Diário Oficial da União, o resultado do Chamamento Público publicado pelo governo federal para escolher uma nova instituição gestora para a Cinemateca Brasileira, maior acervo audiovisual da América do Sul e há quase dois anos fechada, sob risco. É resultado da luta da comunidade contra o descaso do governo Bolsonaro. A Portaria definiu que a Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC) obteve a pontuação máxima no edital (nota 10). Ela tem sede em São Paulo, na Vila Mariana, e é presidida por Carlos Augusto Calil, um dos maiores especialistas em cinema brasileiro do país. Em agosto, um dos galpões da instituição pegou fogo na Vila Leopoldina, ficando quase que inteiramente destruído. A Sociedade Amigos da Cinemateca vai dispor, segundo o secretário Especial de Cultura, Mario Frias, de R$ 14 milhões para gerir a instituição em 2022 – no Edital de Chamamento, estava estabelecido R$ 10 milhões, mas houve uma promessa do governo de ampliar esse recurso após o incêndio. A SAC geriu a Cinemateca, por meio de um Termo de Parceria, entre 2008 e 2013, e tinha uma pendência com a instituição pela sua condução da administração do acervo, mas fez um acordo com o governo e quitou o débito para poder participar do Chamamento. Depois da SAC, a Cinemateca foi administrada pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP, entre 2014 e 2015) e pela Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp, entre 2016 e 2018, quando teve o contrato rompido pelo atual governo federal). A diretora de cinema, Petra Costa, comemorou a decisão. “É uma vitória para o cinema nacional. Depois de muita luta, saiu finalmente nesta segunda-feira o edital. Quem assume é a Sociedade Amigos da Cinemateca, com sede em São Paulo e tem sido extremamente crítica na condução das políticas de manutenção da Cinemateca. A instituição vai dispor de R$ 14 milhões para gerir a Cinemateca em 2022 – estava estabelecido R$ 10 milhões, mas houve uma promessa do governo de ampliar esse recurso após o incêndio”.   Petra Costa   Em tempo: clique nos anúncios da página do Construir Resistência. Assim você estará contribuindo com a existência deste site que não tem dólares aqui no Brasil, o que dirá no exterior. E viva as Offshore.   

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