Construir Resistência

17 de setembro de 2021

Olá, você tem um minuto para ouvir a palavra de Epicuro?

Por Francisco José Nunes #Epicuro foi um filósofo que viveu grande parte da sua vida na #Grécia, especialmente em Atenas. Ele nasceu em 341 e morreu em 270 a.C.  No início da sua “Carta da Felicidade”, Epicuro diz:  Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz. Desse modo, a filosofia é útil tanto ao jovem quanto ao velho: para quem está envelhecendo sentir-se rejuvenescer através da grata recordação das coisas que já se foram, e para o jovem poder envelhecer sem sentir medo das coisas que estão por vir; é necessário, portanto, cuidar das coisas que trazem a felicidade, já que, estando esta presente, tudo temos, e, sem ela, tudo fazemos para alcançá-la”. Epicuro viveu durante o período em que o Império da Macedônia dominou a Grécia e todo o mundo antigo. Diante do imperialismo do Alexandre Magno, Epicuro vai propor a seus discípulos que vivam em comunidade, que estudem filosofia em grupo e que procurem ter uma vida econômica autossustentada. A proposta de Epicuro foi muito influente no mundo antigo, encontrou semelhanças com as comunidades cristãs primitivas, manteve-se viva durante a Idade Média, ganhou a simpatia dos filósofos iluministas, foi tema da tese de doutorado do jovem #KarlMarx e sua proposta permanece viva até os dias atuais.   A filosofia epicurista pode servir de alento nos dias de hoje, porque em meio a este ambiente hostil, caracterizado pela superexploração dos trabalhadores, acirramento do racismo, da violência contra mulheres, negros, indígenas e LGBTQIA+. A ênfase na vida em comunidade, no estudo da Filosofia, e, no esforço para buscar uma vida econômica que não seja dependente do sistema consumista, são, sem dúvida, uma alternativa de resistência e de possibilidade de construção de uma nova sociedade fundamentada em valores elevados, tais como: a justiça no mundo do trabalho, a defesa do meio ambiente, o respeito pela orientação de gênero, a busca pela igualdade social e a vida fraterna. Nota do Autor:  A imagem do busto de Epicuro foi registrada no #AltesMuseum (Museu da Antiguidade), em 12 de novembro de 2017, em Berlim, Alemanha Sugestão de leitura: Livro: #CartasobreaFelicidade Autor: Epicuro #EditoradaUNESP – 2002 – 51 páginas R$14,00 Edição bilíngue: Grego/ Tradutores: Álvaro Lorencini e Enzo Del Carratore      

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Escândalo envolve planos de saúde e o governo federal

Por Simão Zygband Bolsonaro se prestou até a ser garoto propaganda dos medicamentos inócuos, mas duas empresas, a  Prevent Senior e Hapvida  caíram no “canto da sereia” bolsonarista  e adquiriram 5 milhões de caixas de cloroquina e ivermectina. Escândalo de gigantescas proporções envolve o governo do atual ocupante da cadeira da presidência da República e os planos de saúde Prevent Senior e Hapvida (que domina o mercado no Nordeste do país). Tudo pela utilização dos medicamentos inócuos, a cloroquina e a ivermectina, de ineficácia cientificamente comprovada, que seriam utilizados no chamado “tratamento precoce” no combate a pandemia da Covid-19. Isso atrasou, inclusive, a compra de vacinas. Bolsonaro decidiu por sua própria vontade, incentivado pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, de que a cloroquina e a ivermectina seriam eficazes contra o coronavírus. O capitão reformado chegou a gastar cerca de R$ 90 milhões do dinheiro público com a compra destes medicamentos, conforme revelou reportagem da BBC News Brasil. Bolsonaro se prestou a ser até garoto propaganda dos medicamentos inócuos, mas duas empresas, a  Prevent Senior e Hapvida  caíram no “canto da sereia” bolsonarista (possivelmente em negociação com o chamado gabinete paralelo) e teriam adquirido 5 milhões de caixas de cloroquina e ivermectina. Não tiveram outra alternativa senão continuar receitando indiscriminadamente os medicamentos comprovadamente ineficazes a seus pacientes.  O jornalista Carlos Ratton, do jornal Diário do Litoral da Baixada Santista e ex-diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo posta uma dura mensagem em seu facebook: “  A Prevent Sênior é acusada de usar seres humanos como ‘cobaias’. Nove ‘pacientes’ teriam morrido durante a pesquisa. Estudo foi iniciado com apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), sem aprovação da Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep). Autores do estudo só mencionaram duas mortes. A Prevent Senior é investigada desde março pelo Ministério Público de São Paulo para apurar a distribuição de receitas de “kits Covid”. Claramente um escândalo de gigantescas proporções. Reportagem da jornalista Marcelle Souza, do portal Repórter Brasil aprofundou as investigações e chegou a conclusão de que o levantamento inédito realizado pela reportagem revelou “detalhes da prescrição em massa do ‘kit-covid’ por planos de saúde” e que as “denúncias de profissionais que se recusaram a receitar os remédios vêm sendo arquivadas”. “Os dados deixam claro que a prescrição seguiu ocorrendo mesmo após fabricantes de cloroquina terem divulgado notas não recomendando o medicamento para covid e seis meses depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado a ineficácia da hidroxicloroquina. Relatos de pacientes mostram que medicamentos do chamado kit-covid seguem sendo receitados”, revela Marcelle. “Por trás dessa distribuição do chamado kit-covid pelas duas operadoras, havia uma pressão por parte da chefia de ambas para que seus médicos prescrevessem esses remédios e até um “pacto de silêncio” que orientava a equipe da Prevent a não informar ao paciente nem aos familiares quando se usava hidroxicloroquina. Há ainda denúncias de médicos que relatam punições por se negarem a receitar o kit sendo engavetadas, inação de conselhos da categoria e lentidão dos órgãos públicos responsáveis”, conta a jornalista.   “Empurroterapia” de cloroquina Segundo a reportagem, no caso da Hapvida, foram compradas 3,6 milhões de caixas dos remédios que compõem o kit entre março de 2020 e maio de 2021, sendo 2,3 milhões de caixas de cloroquina e hidroxicloroquina e 1,3 milhão de caixas de ivermectina. Os dados constam em um documento interno enviado pela operadora à CPI da Covid.  Já Prevent Senior teria comprado o kit apenas em 2020, segundo dados obtidos com exclusividade pela reportagem. No entanto, a operadora segue até hoje receitando o kit-covid, conforme pacientes informaram à reportagem sob condição de anonimato. No total, apenas entre março e junho de 2020, foram compradas ao menos 1,5 milhão de caixas dos remédios do kit, o que equivale a quase três vezes o número de clientes da empresa. Em março do ano passado, foram compradas 240 mil caixas de cloroquina e hidroxicloroquina; em abril, mais 469 mil e em maio e junho, foram pelo menos 400 mil por mês. Na Prevent Senior, os kits eram distribuídos nas farmácias dos hospitais das operadoras, no caso das consultas presenciais, ou enviados para a casa dos pacientes, quando o atendimento era feito por telemedicina. A Repórter Brasil apurou que as duas empresas continuaram pressionando médicos para a distribuição em massa dos kits; e os medicamentos seguem sendo receitados. Além dos depoimentos de pacientes que relataram à reportagem terem recebido receitas de ivermectina na Prevent Senior nas últimas semanas, há diversos registros recentes no site Reclame Aqui. No último dia 13, uma cliente declara que, mesmo sem sintomas, a mãe recebeu a prescrição do kit, após testar positivo para Covid-19. “Uma médica da Prevent ligou oferecendo o kit-covid com cloroquina e hidroxicloroquina. Minha mãe, que não estava bem com o falecimento do meu pai [por Covid-19], descontou tudo na médica, que revelou que eles são obrigados pela empresa a ofertar o kit”, disse. Depois das denúncias, Hapvida e Prevent Senior foram incluídas nas investigações da CPI da Covid. O senador Humberto Costa (PT) apresentou uma denúncia contra a Prevent Senior pelas ameaças aos médicos e por submeterem os pacientes a pesquisas sem autorização. “A informação que se tem é que isso foi um acerto entre a direção do hospital e o governo federal. E o chamado gabinete paralelo estaria por trás dessa. Ele era o elo entre o Prevent Senior e o governo federal”, disse o senador em sessão na CPI.  ‘Pacto de silêncio’ Além da distribuição em massa do kit, há outras denúncias envolvendo os dois planos de saúde, como uma espécie de “pacto de silêncio” entre médicos e pacientes idosos da Prevent Senior, para que familiares ou os próprios pacientes não soubessem do tratamento com tais remédios, revela a reportagem da Repórter Brasil. “O aposentado Ricardo Gaspar Alves, de 76 anos, procurou a unidade Morumbi do Hospital Sancta Maggiore, da Prevent Senior, em São Paulo, após testar positivo para covid. Saiu da consulta no hospital, realizada em

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A inclusão através do esporte

Por Beatriz Herkenhoff Mais de um bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência e sofrem com a discriminação e o isolamento. A sociedade organizada e os poderes públicos têm como desafio reduzir a desigualdade e promover a inclusão social, econômica e política de todas as pessoas com deficiência. Muitos são os caminhos e formas de garantir a inclusão social. Por ter acompanhado, recentemente, a #Paralimpíadas de #Tóquio, decidi escrever sobre a inclusão através do esporte. Nesse contexto, os pais Rodolpho e Lucimar contam a história da Nanda: linda jovem com #SíndromedeDown, que canalizou sua energia para o esporte, a música e a pintura. Desde os anos 1990 eu aprendi muito com a Nanda… A forma como canta, dança e ama os esportes. As Paralimpiadas As Paraolimpíadas colocam-nos em contato com o belo que se manifesta em cada atleta, com seu exemplo de luta, rompendo limites e amor pela vida. Questionam o modelo de perfeição imposto pela sociedade. Geram empatia, identidade e compromisso. Eu estava presente na abertura da XV Paralimpiadas no #RiodeJaneiro em 2016. Foi linda e provocativa. Encantou o Brasil e o mundo. Convidou a sociedade a mudar o seu olhar e sua percepção sobre a pessoa com deficiência. Colocou em pauta o debate sobre a inclusão social. Chorei copiosamente com o desfile dos atletas. Fiquei imaginando a história de cada um, a dor vivida pelos familiares e ao mesmo tempo as alegrias e conquistas. O amor incondicional que tornou aqueles atletas potentes diante das adversidades da vida. Na abertura, o nadador brasileiro #ClodoaldoSilva, em sua cadeira de rodas, carregou a chama paraolímpica. Mas, uma enorme escadaria o separava da pira olímpica, foi quando se abriu uma rampa e ele conseguiu levar a tocha ao alto. Momento forte e emocionante, carregado de símbolos sobre a importância da acessibilidade e da inclusão. O norte americano #AaronWheelz, que nasceu com uma má formação congênita (espinha pífida), também emocionou a todos com sua coragem e ousadia. Desceu com sua cadeira de rodas uma rampa de 17 metros (equivalente a um prédio de seis andares). O público no #Maracanã vibrou e aplaudiu de pé, enquanto os fogos de artificio iluminavam o céu do Rio de Janeiro. As lágrimas continuaram saindo com força de meus olhos quando o maestro #JoãoCarlosMartins também emocionou ao tocar ao piano o hino nacional brasileiro. Sem palavras para descrever tudo que senti e vivi ao assistir as competições. Fiquei impactada com tantas modalidades esportivas: Atletismo, Bocha, Canoagem, Remo, Ciclismo de estrada e de pista, Futebol de cinco, Futebol de sete, Goalbaall, Hipismo, Judô, Levantamento de peso, Vôlei sentado, Tênis de mesa, Triatlo, Tiro esportivo, Basquete de cadeiras de roda, Tênis em cadeira de rodas, entre outros. Naquela ocasião, os atletas brasileiros atingiram um recorde de 72 medalhas. Cada vitória foi muita comemorada. Mas, o que eu percebi ao transitar durante vários dias nos espaços dos jogos, é que todos eram vitoriosos. Senti o poder do esporte na superação de obstáculos e na construção de novos sentidos para a existência. Em 2021, volto a me emocionar com os Jogos Paralímpicos de Tóquio. A #pandemia não permitiu a presença do público. O que deu um aperto em meu coração. Mas, as delegações vibraram de forma mais forte ainda, levando a nossa energia de amor e admiração para os atletas que nos sensibilizaram com sua garra, alegria e determinação. As cerimônias de abertura e de encerramento foram lindas e marcadas pela celebração da diversidade, da esperança e da inclusão. A intensidade da Nanda Convidei Lucimar e Rodolpho para contar a história da Nanda e a importância do esporte em sua vida: “Não houve um planejamento na concepção da Nanda. Tivemos um período de gestação tranquilo e já amando muito nosso bebê. Para nossa surpresa, Nanda nasceu com Síndrome de Down, o que nos assustou bastante. Perdemos alguns dias questionando o que fazer e por que aconteceu com a gente. Foram dias de luto até partirmos para a luta. Recebemos apoio da família e dos amigos. Eles nos impulsionaram a correr atrás de tudo que era possível para garantir uma qualidade de vida para Nanda. Ela nos ajudou a crescer, nos mostrou que a luta deve ser para todos. E foi assim que direcionamos nosso trabalho, não só pensando na Nanda, mas em lutar por todos que precisam conquistar sua independência e garantir seus direitos e sua inclusão no mercado de trabalho e na sociedade. Rodolpho passou a se envolver com as #Apaes e eu nas escolas, lutando pela inclusão escolar. Na fase da alfabetização da Nanda, nossa grande expectativa era saber se ela iria ler e escrever. Foram alguns anos tentando e nos frustrando. Além de frequentar a escola regular passou a frequentar também a APAE – Vitória. Foi lá que ela teve oportunidade de deslanchar seus talentos: teatro, pintura, música, natação e dança. Passamos a proporcionar oportunidades para ela fazer o que gostava. Concluímos que o mais importante para Nanda é ser feliz, independente dela não saber ler e escrever. Como a #FederaçãoNacionaldasApaes promove de três em três anos as Olimpíadas Nacionais, Nanda, por algum tempo, foi atleta de natação. Sempre trouxe medalhas, inclusive de ouro. O esporte trouxe para ela uma estruturação física que proporcionou muita força, equilíbrio e saúde.” Rodolpho destaca dois momentos marcantes da participação da Nanda nas Olimpíadas: “Numa prova de 25 metros, no momento da chegada, a família e os amigos entusiasmados, começaram a vibrar e gritar pelo nome dela. Nanda não bateu a mão na borda da piscina e perdeu a medalha. Esse fato, não fez nenhuma diferença para ela. O mais importante foi sentir o calor, a interação, a participação e a presença das pessoas valorizando e estimulando sua natação. A autoestima estava acima do ouro da medalha. Outro grande momento foi nas Olimpíadas Nacional em Belo Horizonte. Nanda e a amiga Renata (ambas com 15 anos) representavam o Espírito Santo na competição nacional. Na prova dos 50 metros, a Nanda ultrapassou todos os nadadores. Bem próxima da chegada viu que

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Por que o documentário fakeada incomoda tanta gente?

Construir Resistência recomenda uma leitura atenta: O sociólogo e cientista político #EmirSader explica o porquê: “Entendam, de forma cabal, como foi forjada a eleição do Bolsonaro. E como o que o país sofre, desde então, é resultado também da farsa da fakeada” O documentário de Joaquim Carvalho presta um serviço excepcional ao Brasil, ao revelar tantas coisas de que desconfiávamos muito. Muita coisa é simplesmente fundamentar com provas concretas o que imaginávamos e que agora deixam de ser desconfianças, para ser conhecimento real da realidade. Outras são coisas que são revelações realmente novas, que tornam o caso ainda mais escandaloso. Mas uma das perguntas que já nos colocávamos e que se tornaram ainda mais agudas é: por que a mídia deixou passar batida aquela facada? Por que ninguém da mídia tradicional se debruçou sobre aquilo? Porque era funcional à vitória do seu candidato. E ninguém se atreveu a romper aquele silêncio criminoso. Como não é possível que não tivessem se colocado interrogações sobre um episodio tao esquisito e tao funcional à vitória de um candidato, evitaram investigar, porque era útil para a eleição do candidato que tinham escolhido. Como aceitaram que o candidato não participasse dos debates? Só porque deixaram passar batida a balela da facada, sem sequer se dedicarem a investigá-la. Agora várias pessoas, para minha surpresa, se incomodam muito com o documentário. Não tem argumentos para discutir a veracidade do documentário. Mas acusam a culpabilidade de não ter abordado o tema da facada, se sentem envergonhados por terem deixado passar um caso que qualquer jornalista com um mínimo de sensibilidade, teria se dedicado a investigar. Pelo menos, a se perguntar se tinha sido realmente um atentado ou uma farsa. Para encobrir essa vergonha, se dedicam a atacar a Joaquim Carvalho, um dos melhores e mais competentes jornalistas brasileiros. Ataques para os que pretendem desviar a atenção tanto da quantidade de argumentos do documentário, que fazem dele uma peça fundamental para desvendar tudo o que passa no Brasil de hoje, quanto da responsabilidade da mídia e dos jornalistas, que se calaram sobre aquela farsa. É muito incômodo para quem diz que a eleição do Bolsonaro foi legítima e que vivemos numa democracia, ver e aceitar as provas incontestáveis do documentário. Se a facada tivesse sido desmascarada naquele momento, ainda antes do primeiro turno, o que teria acontecido com a candidatura do Bolsonaro? Os que deixaram passar batido aquela farsa, tem que se incomodar muito com o documentário. Porque ali se mostra que tudo foi uma farsa. Que a facada foi forjada. Essas provas, somadas às declarações do Bolsonaro a dois dos seus comparsas de então de que a partir da facada, ele não perderia mais as eleições e outras afins, conformam o quadro da farsa que foi a eleição do Bolsonaro. Já não bastassem o golpe inconstitucional contra Dilma Rousseff e a prisão e impedimento do Lula de ser eleito no primeiro turno em 2018, o documentário complementa o cenário de absoluta ilegitimidade da eleição de Bolsonaro. Tudo sob o olhar passivo e complacente do Judiciário e da mídia. Vejam, se ainda não viram, o documento de Joaquim Carvalho sobre a fakeada e entendam, de forma cabal, como foi forjada a eleição do Bolsonaro. E como o que o país sofre, desde então, é resultado também da farsa da fakeada.   Acesse a reportagem do #Brasil247 em: https://www.brasil247.com/blog/por-que-o-documentario-fakeada-incomoda-tanta-gente    

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