Construir Resistência

25 de junho de 2021

Volta da inflação?

Por Paulo Kliass Os economistas adeptos da austeridade monetarista já estão arreganhando as suas presas para as novas medidas de política monetária a serem exigidas do Banco Central (BC) e do Comitê de Política Monetária, o famoso COPOM. Na verdade, a reunião deste colegiado é quase uma redundância. Trata-se de um encontro ordinário, realizado regularmente a cada 45 dias, onde os mesmos 11 integrantes da diretoria do BC se reúnem sob o manto sagrado da determinação legal de deliberar a respeito da taxa oficial de juros. Cabe ao COPOM estabelecer o patamar da SELIC, como sinalização para o mercado financeiro e para o conjunto da sociedade a respeito de qual é o diagnóstico da autoridade monetária sobre a conjuntura econômica. A institucionalidade jurídica determina que a única preocupação do COPOM deve ser com a observância do ritmo de crescimento dos preços. Por isso, desde a edição do Plano Real em 1994, existe o regime de metas de inflação definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e a SELIC deve ser utilizada para evitar que o crescimento dos preços fique fora do intervalo estabelecido. As referências oficiais para o presente ano estão determinadas pela Resolução 4.671 do CMN. O valores são as seguintes: inflação anual de 3,75% e intervalo de 1,5% para cima e para baixo. Assim, o limite superior para o período janeiro-dezembro de 2021 será de 5,25%. Um dos problemas que o modelo brasileiro oferece é essa obstinação monotemática com o regime de metas de inflação. Para aqueles que idolatram o modelo norte-americano, por exemplo, vale lembrar que o banco central daquele país, o FED, tem por missão observar a inflação e também o nível de atividade da economia – vale dizer, o nível de emprego ou desemprego. Assim, em uma situação em que se combinam, por exemplo, riscos de inflação e desemprego recorde, não seria trivial a opção declarada e apressada por uma elevação na taxa oficial de juros. Financismo pressiona por novo aumento na SELIC. Mas no caso brasileiro, o mandato restringe-se única e exclusivamente ao acompanhamento da meta de inflação. Pode-se até compreender essa preocupação à época do plano de estabilização, após várias tentativas fracassadas de plano anteriores e a convivência em ambientes de hiperinflação. Mas quase 3 décadas depois do estabelecimento do novo padrão monetária, está passada a hora de incorporarmos outras variáveis a serem observadas quando da definição da taxa de juros. Enfim, mas o fato é que a imprensa especializada em economia e os grandes meios de comunicação passam a jogar seus holofotes sobre os anúncios recentes dos índices de preços. A divulgação mais recente do IPCA, o índice oficial da inflação e apurado pelo IBGE, incomodou os analistas que se preocupam em demasia com o crescimento dos preços, mas que não demonstram a mesma agitação quando se trata dos sucessivos recordes de desemprego anunciados de forma sistemática ao longo dos último 5 anos. O IPCA de abril foi de 0,31%. Tomada isoladamente, a informação pode parecer pouco relevante. No entanto, esse valor mensal precisa ser incorporado ao ocorrido nos 11 meses anteriores para termos um balanço do ritmo anual da inflação. E assim o que se observa é que o IPCA de 12 meses está acumulando 6,76% de crescimento dos preços. Isso significa que o ritmo oferece o risco de uma superação do teto superior, definido em 5,25%. O cardápio estreito do financismo já aponta sua solução. Como sempre, a recomendação é para que o COPOM aumente mais uma vez a SELIC em sua próxima reunião, prevista para ocorrer em 15 e 16 de junho. Na verdade, o comitê já vem elevando a taxa de juros em seus últimos 2 encontros. Em 17 de março, o colegiado elevou a SELIC de 2% para 2,75% e na reunião de 05 de maio subiu outra vez para 3,5%. É importante registrar que a taxa oficial estava no patamar de 2% desde agosto de 2020. Ora, o recurso de aumento da SELIC não atende às características da elevação atual dos preços. Não se trata de um aumento da inflação causado apenas pela pressão da demanda. O país atravessa a maior recessão da sua História e a massa salarial está mais do que deprimida pelo desemprego e pela precariedade/informalidade no mercado de trabalho. Não resiste a qualquer análise séria essa hipótese, tão absurda quanto incoerente, de elevar juros para reduzir consumo agregado e reorientar recursos para poupança, como faz qualquer manual básico de macroeconomia tradicional. População mais pobre sofre mais com inflação. Isso não significa que o problema de preços não exista e não deva ser solucionado. Como sempre, a divulgação do índice oficial da inflação reflete uma abstração. O IPCA é uma média e, como tal, incorpora realidades muito distintas de crescimento dos preços. São diferenças entre as múltiplas cestas de consumo e segundo as várias disparidades regionais. É sabido que a população de baixa renda acaba sofrendo muito mais os efeitos da inflação do que a média nacional ou do que os setores do topo da pirâmide da desigualdade. A desagregação dos 6,76% anuais segundo os itens de consumo deixa essa realidade bem evidente. Os itens que compõem os grupos “alimentação”, “artigos de residência” e “transportes” subiram bem mais do que a média. São elementos de despesa sobre os quais não existe espaço para redução de demanda da forma tradicional, uma vez que a população já está no limite da subsistência. Vale recordar que o Brasil voltou ao mapa da fome e os bolsões de miséria só fazem aumentar a cada dia em nosso País. Não vai ser elevação da SELIC que provocará alguma redução nos índices de inflação de tais grupos. O contrário ocorre com os itens como “vestuário”, “educação” e “despesas pessoais”, que estão todos bem abaixo da média geral. A tabela abaixo exibe essas diferenças. IPCA – 12 meses – % Geral 6,76 Alimentação 12,31 Habitação 5,43 Artigos de residência 11,85 Vestuário 0,85 Transportes 11,47 Saúde e cuidados pessoais 3,26 Despesas pessoais 1,35 Educação -1,15 Comunicação 3,16 Fonte: IBGE Caso o

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América do Sul, a grande convulsão

Construir Resistência recomenda uma leitura atenta da reportagem do #ElPaisBrasilsobre a América do Sul: Revoltas na Colômbia e no Chile, incerteza eleitoral no Peru, uma democracia ameaçada no Brasil, tensões políticas no Equador e na Bolívia, uma economia em queda livre na Argentina e uma crise crônica na Venezuela. A situação no continente está longe de ser aquela que marcou os anos dourados do boom das commodities na década passada, quando a pobreza foi reduzida e o PIB cresceu dois dígitos. A pandemia de covid-19 encontrou a região com pouco espaço para manobra política, um sistema de saúde fraco, cofres vazios e pobreza crescente. O atual descontentamento e a desigualdade herdada acenderam o estopim da violência nas ruas, com processos particulares dependendo dos países, mas todos atravessados por demandas que, como nunca antes, são agora estruturais. O EL PAÍS traz uma síntese política, social e econômica que ajuda a ler em uma chave regional para onde vai o subcontinente. Para ler, selecione o endereço eletrônico e aperte o botão do lado direito do cursor: https://brasil.elpais.com/internacional/2021-06-20/america-do-sul-a-grande-convulsao.html?ssm=IG_BR_CM&utm_campaign=later-linkinbio-elpaisbrasil&utm_content=later-18317811&utm_medium=social&utm_source=linkin.bio    

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Aonde foi parar a minha criança interior?

Por Beatriz Herkenhoff Como estamos cuidando da nossa criança? Se ela foi maltratada e ferida na infância e não buscamos ajuda, corremos o risco de reproduzir na relação com o mundo, abusos e perversidades que sofremos quando não tínhamos recursos para nos defender. Ao longo de nossa existência, somos convidados a perdoar nossa criança por gestos e atitudes que nos marcaram. Mas, também perdoar os adultos que nos magoaram. Experiências de maus tratos na infância (ou atitudes rudes e autoritárias de nossos pais) interferem nas lembranças de momentos alegres e de conquistas. Se ficarmos paralisados na dor, enfraquecemos o poder de luta que há em nós. Por isso, temos que fazer um esforço para não deixar nossa infância envelhecer com mágoas, descrenças, baixa autoestima, autopiedade e lamentações. Vamos cuidar da criança que ficou perdida no passado para que renasça a criança corajosa, amorosa, rebelde, ousada e potente que mora em nós. Deixar que essa criança faça parte do nosso cotidiano é uma estratégia para enfrentarmos a solidão, a raiva, o desamparo, o abandono, a ansiedade e a depressão que querem tomar conta do nosso ser em tempos de pandemia. Estudiosos afirmam que quando nos tornamos pais, mães, avós, tios e tias, revivemos nossa própria infância. Revisitamos nossas experiências positivas e negativas; Reciclamos o vivido; Damos novos sentidos para o que não ficou bem resolvido. Quando o adulto convive com uma criança, tem a oportunidade de resgatar um olhar positivo sobre si, bem como voltar a acreditar na força do amor. Quando meu filho nasceu, a minha criança interior desabrochou com força, por isso tornei-me uma mãe amorosa e criativa. Sempre amei crianças, sou famosa entre os mais próximos porque tive somente um filho, mas, ia à praia, ao cinema, ao teatro, ao shopping, ao circo, aos clubes, aos parques, a sítios, com pelo menos 10 crianças. E depois que meu filho cresceu e saiu de casa, fui agregando outras crianças para continuar fazendo coisas que renovam a energia de vida. Não é preciso ser mãe e pai para aprender com as crianças e manter viva a luz da nossa própria criança. Conviver com crianças torna nossa existência mais prazerosa e feliz. Mas, a #pandemia tirou de muitos essa convivência cotidiana. Tirou as possibilidades de aprendizagem entre as gerações.; Interações que nos fortalecem para enfrentar as adversidades da vida. Podemos identificar nossa criança em muitos gestos e ações que fazem a diferença na #pandemia. Nossa criança vibra quando cozinhamos, pintamos, escrevemos, contamos histórias, bordamos, desenhamos, ouvimos uma boa música, dançamos, cantamos, trabalhamos com artesanato, com cultura, reformamos a casa, entre outras atividades que despertam nossa criatividade, imaginação, alegria, fé, compaixão, flexibilidade, solidariedade, afetividade e espontaneidade. Essas experiências nos libertaram do medo em relação à crítica alheia. Muitas pessoas estão partilhando suas habilidades com generosidade. Levam alegria para os que estão sós ao cantar e tocar em suas varandas. Sua criança é fortalecida e comanda esses momentos de inspiração. Tenho uma amiga que cozinha divinamente bem. Todos os dias ela faz um ritual de preparação de pratos maravilhosos mistura cores, cheiros, sabores. Realiza a alquimia dos alimentos e da vida. Após tudo pronto, ela prepara as marmitas e saí pelas ruas distribuindo para as pessoas em situação de rua. É acolhida com um sorriso de gratidão. Conversa e saí dali uma nova pessoa. A criança interior da minha amiga está cada vez mais brilhante. Jovens estão criando grupos de solidariedade, colocando-se disponíveis para fazer compras em supermercados e farmácias para os idosos. Escrevendo bilhetinhos que alegram e estimulam aqueles que estão sós. Sobem os morros e visitam as pessoas para orientar sobre o uso de máscara e proteção. Distribuem cestas básicas e levam uma palavra que acolhe e inclui. Pessoas estão fazendo máscaras para doar; sapatinhos, croché e roupinhas para enxoval de bebês. Reencontram sua criança interior em cada gesto que realizam. Para nos fortalecer e enfrentar tantos desafios e perdas é importante resgatar e impulsionar nossa criança. Como afirma Paulo Freire em sua obra Pedagogia da Esperança (1992), é preciso ter esperança do verbo esperançar. Esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. A esperança que temos que manter viva é do verbo levantar, ir atrás, construir, não desistir, juntar-se com o outro para fazer de outro modo (FREIRE, 1992). A criança, com sua energia, sabe esperançar em abundância! E vocês? Como estão vivendo a fé e a esperança em dias melhores? A desigualdade e o aumento da pobreza demandam mudanças estruturais. As lutas contra o preconceito, a violência, por direitos humanos, sociais e políticos são coletivas. O respeito à natureza, ao planeta terra, aos índios, às minorias é um movimento que mobiliza e une povos e nações. Afirmo isso para dizer que não vou mudar o mundo apenas deixando desabrochar minha criança interior. Mas, se a minha criança perdeu a esperança de viver, ela não irá estimular o meu adulto a acreditar que um mundo melhor é possível. A potência de vida da criança move um adulto ético e coerente, um adulto pleno de esperança e de luz. Um adulto que acredita na vida e no ser humano. Finalizando, para ajudar nesse diálogo íntimo, indico alguns filmes que poderão catalisar esse processo individual: Como estrelas na terra (2007); Dhanak (2015); Carta ao Primeiro Ministro (2019); Uma skatista radical (2021); Despedida em grande estilo (2017); Três amigos na estrada (2011); Gente que vai e volta (2019); Antes de partir (2007); Navillera (série coreana, 2021). Beatriz Herkenhoff é doutora em serviço social pela PUC São Paulo. Professora aposentada da Universidade Federal do Espírito Santo.

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Perigo no ar

Por Virgilio Almansur Semana repleta de indicadores, fora indícios os mais abjetos, o desgoverno não perde tempo e se mantém como em 17 e 18 (quando incerto “candidato” andou pelo interior brasileiro para uma campanha insidiosa, que poucos observaram…) percorrendo os rincões do Brasil e entremeando com motociatas, nas maiores capitais, com a mesma postura de angariar votos carregando a máquina governamental. A ordem interna é a blindagem, venha de onde vier, haja vista a iminência de alguns sinais que começaram a aparecer; um deles vem do “acaso” eventual, prestado por um “delator” e seu irmão funcionário do MS — e que estarão na CPI da próxima sexta-feira. Outro sinal vem dos diversos artigos que se valem de fontes seguras de dentro dos quartéis; parte destes se revelam, em sua maioria, irmanados ao milicianato, embora existam segmentos do oficialato que começam a reagir frente às desídias intermináveis de um de seus representantes e que ganha péssima reputação além das fronteiras. Não por acaso, tais elementos constantes nos discursos do desgoverno, têm amparo na ideologia assassina do ídolo de generais, como o vice-presidente, a figura nefasta do torturador Ustra. Algumas evidências têm surgido para que coloquemos a barba de molho, até porque no jogo do poder, e por ele, não haverá tantas mudanças. Os primeiros sinais apareceram dentro do partido que abrigou a escória do reacionarismo. Ali se iniciaram defecções, surgidas ao pé do desgoverno, que foram se revelando — pelo menos algumas— bastante críticas ao status quo. Arrependidos? Quem sabe… Mas sem jamais perderem o viés da violência visceral que tanto os notabilizaram, continuam buscando espaços. Em segundo lugar, atestamos os contratempos no núcleo do governo e o aparecimento de sinais buliçosos, apontando para algumas cotoveladas, e, agora, mais recente, joelhadas. A pandemia aflorou uma enorme contradição para as forças idiotizadas, que parecem ter suas marinha e aeronáutica, como simples apêndices do inglório exército. Sustando-se alguns movimentos de insatisfação, vieram socorros genéricos de perfil vergonhoso a contemplar militares desde a reforma previdenciária especial até hoje; agora há pouco, então, com soldos privilegiadíssimos. Mesmo assim, a presença de um general tuitando diariamente, e homenageando um ex juiz parcial, porque suspeito, mais parcial ainda pela incompetência instalada, revela que as medalhas oferecidas não se perdem… Em que pese ter a 13a.VF de Curitiba se transformado num escritório do crime; e organizado… No entanto, considero como uma terceira via de suspeição ou sustentação para os movimentos atuais, aqueles que veêm da rede de televisão que costuma emular progressismo, farsescamente. No seu morde e assopra, poupando sempre o BTGuedes, poupa também o vice; este também conta com o exorcismo do juizeco, incensado grandiloquentemente no JG último com exposição de mais de 5’. Minha fonte de lá foi explícita: “… trabalhamos com a perspectiva de uma terceira via, caso não se consiga impedir o aventureiro; pedra de toque continua sendo a moropatia que contaminou muita gente aqui dentro, à direita e à esquerda…” Pois é… Pude perceber que nessa outra aventura, o vice chamaria o ex ministro pra voltar a ministro, caso houvesse impedimento (dificílimo!!!) do ex tenente alçado a capitão sob os humores da justiça militar. Ora! Há ainda a percepção de sobrevida aos milicos no poder com o terreno preparado para o vice — acompanhado do ex ministro da justiça que sorve criminosamente em Washington na esteira da mesma Odebrecht que ajudou depenar. Suspeito, deveria ter suas contas auditadas. O arranjo militar conta com civis de muitas matizes. Um perigo que nos ronda há muito…   Virgilio Almansur é médico, advogado e escritor.

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Psicopatas Balzaqueanos

Por Luis Otavio Barreto São homens novos, suas idades variam entre 32/33 anos. Lázaro, José Tiago Soroka, o serial killer de gays e Tiago Henrique Rocha, o psicopata de Goiás, são jovens cuja a periculosidade deu cabo de cerca de 50 pessoas, sem contar as torturas, as situações de reféns e os crimes adjuntos, como estupros e roubos. Dos três, Tiago Henrique e José Tiago já estão presos. Lázaro, entretanto, segue foragido. Todos eles são, em aspectos distintos, homens com consideráveis níveis de inteligência e técnicas para as práticas de suas ações. Tiago Henrique, o mais feroz deles, executou 39 pessoas, Tiago Soroka seduzia homens gays e os matava e Lázaro, talvez os mais ‘alucinado’,  possui métodos e técnicas que incluem conhecimentos  que lhe permitem caminhar por dentro de florestas, táticas para não deixar rastros, afinal, caminha dentro de cursos d’água e, obviamente, perícia em fugas. Um amigo meu disse que Lázaro deve ter o corpo fechado. Eu duvido que esse tipo de coisa conte com proteção espiritual, apesar da tragicômica origem de seu nome; Lázaro, do grego e do hebraico, aquele a quem Deus socorreu. Mas o fato indiscutível é que Lázaro possui habilidades que lhe permitiram escapar de uma verdadeira operação policial. ELA É RYCA, ELA TÁ ARMADA E TÁ COM RAIVA ELA… Enquanto Lázaro foge, a deputada federal, Magda Moffato, PL-GO, sobrevoa – SÉRA QUE À LÁ NARCISA EM IPANEMA?! – de helicóptero, vestida como soldado, portando uma seta…não, pera, um FUZIL, o território suspeito! HAHAHAH A mulher tá pistola! Magda é a deputada mais RYCAHHH do Brasil. É dona de uma rede de hoteis, defensora – ÓBVIO – do turismo e da legítima defesa (A COROA É CHEGADA NUM TRABUCO). Bom, o que eu sei é que ela arranjou confusão e que foi criticada, mas tá lá, com seu fuzil, à cata de  Lázaro. Se a polícia não conseguir, se dna Magda, 72, não conseguir e se o Exército…xiiiii…esse não consegue mesmo, apanhar o tal Lázaro, seria interessante que Ronaldo Caiado levasse uma galera da polícia do Rio, para caçar o Lázaro, afinal, aqui não escapa nem criança. :\   Luis Otavio Barreto é músico pianista e professor de língua portuguesa

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